Saturday, October 3, 2009
Piauí inova com exibição de dança pelo MSN dia 05 de novembro as 20h.
Mostrar através de um trabalho de dança contemporânea um estudo sobre forças opostas, a importância de reconhecer e aceitar a diversidade, todos somos diferentes e essas diferenças causam intrigas, guerras, amor, caridade, atração. Buscamos fazer uma relação em cima das cores branca e preta, cores extremamente opostas. Abordamos questões dúbias através de forças que se completam e se repelem.
O que seria do dia sem a noite? Do certo sem o errado? Do simples sem o complexo? Do ciúme sem o desapego? Do amor sem o ódio? Do positivo sem o negativo? Um não faria menor sentido sem o outro, são forças que se complementam e se opõem. Partindo desse princípio os intérpretes-criadores Luís Carlos Vale e Valdemar Santos desenvolvem um trabalho que busca, nessas contradições, elementos para falar das relações opostas, mostrando nosso lado mais ambíguo.
O trabalho se coloca como experimento de colaboração teórica e prática, estreitando a fusão entre linguagens. Comunicando de forma harmônica e equalizando a relação entre as cores branca e preta, para isso contamos com olhar externo de Adriano Abreu que também assina figurino e cenário. Acreditamos fortalecer nossos trabalhos e também apostar em uma forma colaborativa de criação, tendência nos trabalhos contemporâneos que buscam unir cada vez mais as linguagens,
Estréia dia 05 de novembro no Teatro 4 de Setembro dentro do projeto popular 1,99. Em seguida no dia 12 e 15 de novembro se apresenta no Festival Dança Pará 2009. O ponto mais inovador do projeto é no quesito exibição pois, o espetaculo poderá ser assistido online pelo MSN, para isso basta que vc adicionar o e-mail: duetoembrancoepreto@hotmail.com e se conectar no horário do espetáculo....
Tuesday, September 15, 2009
II Conferência de Cultura de Rio Branco

Para saber mais
Eurilinda Figueiredo
xapuriense, professora de língua portuguesa e literatura, gestora da FGB e conselheira do conselho municipal de políticas culturais de Rio Branco.
O que é ser um cidadão brasileiro – acreano - rio-branquense? Que traços nos tornam cúmplices nas maneiras de ser, fazer, saber e viver, e permitem a outros cidadãos deste país (e de outros países também) nos identificar como ‘deste’ lugar, e não de outro?
Temos palavras inventadas por nós que são correntes em nosso vocabulário; de maneira acreaníssima, desenvolvemos modos próprios de falar e pronunciar o português; temos uma religião originária que forjou o novo a partir do diálogo entre várias outras maneiras de acreditar. Somos passionais quando o assunto é a NOSSA terrinha, e isso vale também para os filhos adotados (e são muitos os casos de sujeitos que beberam a água do rio Acre e se ‘perderam’ por essa terra).
Também, e nesse caso principalmente, participamos ativamente da vida política, em todas as esferas e dimensões, ainda que pra negar essa participação, pra falar mal do poder público, pra desenvolver novas formas de luta e resistência (lembram dos empates?), pra ‘encrencar’ com velhos e novos rivais (pra ‘azeitar’ nossa habilidade de argumentar), ou simplesmente pra exercer (direito congênito ou adquirido, difícil precisar...), a teimosia, a arenga, a oposição, a contradição, a ambigüidade, e por aí vai, (mas aaaai do ‘desgraçado’, de FORA, que se arvorar a falar mal daqui, ou que tentar nos convencer a fazer as coisas a SUA maneira).
Esse nosso jeito de ser e fazer alicerçou (e ainda hoje é suporte e fundamento) o processo de construção de políticas para a cultura de Rio Branco. Temos trabalhado para a cultura mudar de lugar, mudar de posição, ganhar ‘status’ de institucionalidade, de área cuidada pelo poder público. Claro que fizemos isso à nossa maneira, do nosso jeito, coletivamente, dividindo – poder público e sociedade civil - a responsabilidade das decisões.
Criamos um Conselho de Cultura, maioria da sociedade civil em todas as suas instâncias de participação e decisão, e sem presidente (modelo inventado por nós, do nosso gosto). Também garantimos nossa Lei de Patrimônio Cultural, que estabelece diretrizes para as políticas de preservação e manutenção do patrimônio local, porque sabemos que é fundamental não perder de vista nossas identidades, mais ainda, que precisamos fortalecer essas identidades, para não esquecer quem somos, nem onde queremos chegar.
Até mesmo um Cadastro Cultural - primeiro passo para organizarmos nosso Sistema Municipal de Informações e Indicadores Culturais, nós cuidamos de criar; e ainda saímos lucrando nos mecanismos de financiamento de projetos culturais: além da Lei de Incentivo, já existente, nós criamos outro: o Fundo de Cultura, que funciona de modo mais simples que a Lei. O melhor, dessa parte, é que, quem discute, propõe e diz o que fazer (ou delibera, na língua de conselheiro) sobre os recursos disponíveis - são os fazedores que escolheram ser também conselheiros, e participar das decisões políticas, nas várias instâncias do Conselho.
Essas políticas – construídas a muitas mãos - criaram as condições para desenvolvermos um novo modo de administrar a cultura, sociedade civil e poder público dividindo, ou partilhando em co-responsabilidade (na língua de conselheiro), a gestão da cultura local. Uma das vantagens é não estar só nos momentos de escolha, de decisão, sempre muito difíceis, ainda mais quando os recursos são pequenos e ambíguos (ou instáveis, na língua de conselheiro).
Outra vantagem (trabalho que precisamos fazer) é tudo isso funcionar de maneira orgânica, ou sistêmica, o que significa dizer que deve ter ‘liga’, integração, interação, diálogo, conversa entre as partes. Para quem não conta com muitos recursos, é muito importante, vital até, ter políticas, programas, projetos e ações integrados, harmônicos em seu funcionamento, e coerentes em sua relação com a realidade, em sua razão de existir.
O certo é que com essas políticas avançamos rumo à profissionalização da gestão cultural, tanto poder público, quanto iniciativa privada. Pois é..., estamos no mesmo nível de maturidade da Garibaldi. E se acabamos de entrar na idade adulta, vai ser o jeito virar gente grande. Por isso, é importante não perder o rumo, não esquecer que temos ainda muitos varadouros pela frente. Esses novos mecanismos ainda não dão conta de todas as necessidades (ou demandas, naquela outra língua) dos fazedores da cultura local. Portanto, não conferem à máquina do Sistema de Cultura, a potência que precisamos que ela tenha.
Às peças que já temos, precisamos juntar outros alicerces e rejuntes, principiando pela reestruturação da FGB, que deve renascer ganhando não só uma nova cara (ou uma nova arquitetura, naquela língua mais difícil), mais adequada a esse novo momento, como também vida longa com pessoas, com trabalhadores, com servidores públicos (pra falar direitinho). Então, tem que ser através de concurso público, de contratação de quadro técnico, pra garantir continuidade (ou permanência) às políticas construídas, entre outras coisas.
Falar em continuidade, outra peça dessas que ainda faltam ao nosso Sistema é o Plano Municipal de Cultura, que desejamos Plano de Estado (que na língua de conselheiro quer dizer construído pelas pessoas, por cidadãos, pela sociedade civil). Por isso, nos ‘engendramos’ mais uma vez em um processo que vai levar um pouco mais de tempo para terminar, mas está garantindo as condições para a participação e o envolvimento das pessoas e também para a qualificação necessária – dos gestores da Garibaldi e dos conselheiros interessados - a uma ação dessa natureza.
Na verdade, nosso Plano já está em construção, no Conselho, pelos conselheiros, e tem sua finalização prevista para o início de 2010, quando deverá ser discutido e deliberado em Conferência Extraordinária e, em seguida, encaminhado à Câmara de Vereadores. E então teremos uma Lei que, registrando a vontade dos fazedores para os próximos dez anos, estabelece diretrizes, prioridades e estratégias para a cultura de Rio Branco. Um mapa do tesouro para o poder público.
Falar em Conferência, estamos às vésperas da nossa segunda. Pra nós, a conferência é a instância do Conselho (a máxima, a mais importante de todas) em que vamos fazer a primeira avaliação formal do Sistema de Cultura, ou melhor, em que vamos refletir sobre o funcionamento dessas políticas que construímos, sobre o que funcionou bem, o que funcional mal, o que não funcionou..., e encaminhar propostas que alterem e deixem melhor nosso Sistema.
Vamos também discutir e elaborar propostas para os eixos que compõem o temário das Conferências municipais, estaduais e nacional: Cultura, Diversidade, Cidadania e Desenvolvimento (nenhuma novidade ou grande dificuldade para quem na primeira conferência conseguiu construir um sistema de cultura e, na segunda, já vai avaliar esse sistema), e ainda eleger delegados para a Conferência Estadual.
É bom, então, lembrar um pouco sobre o que se faz numa conferência, que lugar é esse (ou que instância é essa do Conselho, falando como conselheiro), e o que se pode tratar nela?... No nosso caso, esse lugar é o mais importante do Conselho, é também um lugar de participação, de reflexão, de discussão (como as Câmaras Temáticas onde nos encontramos mensalmente), de aprofundamento, de decisão e de acompanhamento (como os Fóruns Setoriais onde nos encontramos a cada três meses). E, da mesma forma que nas Câmaras Temáticas e nos Fóruns, a condição para fazer parte é a disposição para a conversa, para o estudo, para a construção de consensos em torno de interesses coletivos.
Por isso, a mobilização é tão importante. No nosso caso, já entramos com a vantagem da disposição pra conversa. Estamos aprendendo a lidar com a tensão (constante) entre os nossos projetos individuais, as nossas demandas particulares – e os interesses coletivos, que precisamos defender como conselheiros. Quase sempre procuramos fazer isso sem mascarar os conflitos, sem contribuir com a hipocrisia, admitindo (e não vendo nisso pecado mortal) que é difícil exercer o desprendimento total, embora seja muito forte nosso desejo de participar, de construir algo coletivo.
Mas, sendo do jeito que somos, não abrimos mão de discutir, de propor, de criar, de acompanhar a execução - do que foi decidido coletivamente - por parte do poder público. Por isso, na Conferência estaremos lá, mais uma vez, para confrontar, reunir, ajuntar, amontoar, conferir, conferenciar, deliberar, opor, combater, comparar (é isso mesmo que nos diz o dicionário Houaiss sobre conferência...)
E, como sabemos que é importante não abandonar o poder público, não largá-lo à sua própria sorte e risco, além de fortalecer e consolidar a atuação do Conselho, logo, logo, precisaremos começar a pensar e discutir nosso Programa de Formação na Área da Cultura. Esse programa deve nos ajudar a consolidar a cultura como área cuidada pela administração pública, institucionalizada, mas ao mesmo tempo deve ter a nossa cara, o que significa dizer que deve acontecer de modo adequado e coerente com a nossa realidade, mas também com essa área, de natureza tão abrangente, que é a cultura.
Enfim, poderíamos continuar essa prosa por um longo tempo, relacionando o que precisamos ainda fazer, e uma série de características ou marcas comuns que nos aproximam, que nos fazem cidadãos conscientes, comprometidos com o desenvolvimento da terrinha, e orgulhosos de nossa condição rio-branquense - acreana – brasileira.
Mas vamos transferir o resto dessa conversa para a Conferência, onde nos encontraremos mais uma vez dispostos ao diálogo, bem situados e orientados, com a bagagem cheinha das muitas histórias do nosso movimento social, político e cultural, só pra manter a prosa no mesmo rumo, e com a mesma qualidade. Até lá, então.
Wednesday, July 29, 2009
Já pensou em escrever sobre turismo?
Guias, matérias, curiosidades, entrevistas, fotografias etc. são algumas das atrações que você pode fazer para contribuir para a revista. Não é obrigatório que seja jornalista ou turismólogo para embarcar nessa. Para participar, basta entrar em contato enviando sua pauta através dos e-mails racheldourado@gmail.com ou helderjr.fgb@gmail.com.
Para aqueles que têm talento e querem um espaço para mostrá-lo, essa é uma excelente oportunidade!
http://culturarb.blogspot.com/2009/07/ja-pensou-em-escrever-sobre-turismo.html
Wednesday, September 3, 2008
TodOLadO dias 12 e 13 de setembro as 19h. na casa da Cultura de Teresina.
A Cia. Equilibrio de Dança apresenta o espetáculo "TodOLadO" nos dias 12 e 13 de setembro as 19h na Casa da Cultura de Teresina. A apresentação da inicio a comemoração de nove anos de formação da Cia. Equilibrio de Dança.
O trabalho tem coreografia de José Nascimento, criação da Cia. Equilibrio de Dança, no elenco: Kiara Liama, Karola Carvalho, Valdemar Santos, Elizabeth Battali e Cyantia Layana.
Convidados pela Cia. Equilibrio de Dança o cantor, compositor, poeta e jornalista Doga Oliveira, e o ator e jornalista Maneco Nascimento escreveram:
Todo lado por Dôga Oliveira:
Há corpos inertes por todo lado. Olhares melancólicos, pensamentos distantes, desejos incontidos, tristezas guardadas. Uma musica toca e anuncia o refúgio da solidão. Capítulos da vida repetidos. E seguem os corpos inertes por todo lado. Entre barras metálicas frias e oscilantes há uma verdade vigiada. Corações aflitos consumidos pela rotina. E como sonhos eclodindo em cada rosto esboçam-se movimentos. Suaves agora e depois agressivos, mas sempre graciosos. Corpos dançam por todo lado. E ainda há barras oscilantes entre os seres que dançam. Olhares frios cortam o ar. A sensação de se estar em um lugar que já fora seu outrora. Uma ação, um gesto, um grito já vividos. O repetir do sentimento como repetidas são as batidas do coração. Isto é todo lado. Inteiro e desconexo de sentido. Desejo do eu em sua condição humana. Todo lado é cênico, é ritmo, é vazio existencial já vivido ou revivido. Chance de encontrar a si mesmo. Um espelho para se rever e refazer-se a alma. Todo lado é o corpo que fala. Todo lado é o outro lado que já fomos, vivemos, sonhamos, contando da mesma forma e de muitas outras. Todo lado é um jogo cênico que culmina num abraço pressentido enquanto, outra vez, toca a mesma musica para que a vida seja rees
Todo Lado por Maneco Nascimento:
Não há quem, com bom senso, insista em dizer que não haja uma diversidade de novas propostas para o exercício a dança no Estado. Os novos maneios da brisa que a juventude canta e conta vem de uma geração de novos dançantes. Nos últimos dias 02 e 03 do ano em passos,o coreógrafo José Nascimento e a Equilíbrio, cia. de dança, apresentam a cidade o “TodOLadO”.
Espetáculo proposto para espaço alternativo, foi concebido e exibido na sala de ensaios da Casa da Cultura de Teresina. Não fosse só a novidade de atrair o público a local usado, a priori, a outras atividades afins, conseguir realizaram método pouco recorrente em espetáculos cênicos, de forma + assumida, com interatividade direta do público que espia a personagem que sofre a expiação. Tudo próximo, com a possibilidade do publico escolher o ângulo de onde pretendia acompanhar a performance do artista.
O cenário simples mais emblemático, móbiles a partir de canos de ferro galvanizado suspensos por linha distendida do teto davam a idéia de limites do dentro e do fora, por onde a platéia curiar a personagem e seu alter-ego, a personagem e seus desdobramentos refletidos em cadeia de movimentos. Cinco atores-bailarinos dividem em fragmentos planejados a vivencia, a solidão, o cinco em uno, os baixos e altos planos da media vida urbana nos círculos do ondular existencial. Há signos de amor, não-amor, prazer, intrigas. Láudano da periferia da alma humana sob os grilhões a fera animal.
A composição corporal impetrando a semântica a novos tempos; o estudo de figurinos intimista para os sóbrios e densos revezes do ânima; a pesquisa musical de variação sobre o mesmo tema e a densidade espacial dos corpos em expansão impressionista-expressionista marcam o croqui dramatúrgico. Dão ao grupo Valdemar Santos, Beth Battali, Kiara Lima, Bruna Coimbra e Cynthia Layana vida livre, longa e de estética continuada e plástica racionalizada. São quarenta minutos da mimeses do forte e do fraco, do masculino e do feminino, da imagem e do reflexo, do corpo e da alma, do dentro e do + dentro, mesmo que o de fato, forjando o retrato da cena revelando de todo lado. As inquietações humanas de qualquer um, que vivo, logo existencial.
Ponto para quem insiste no conflito, que em artes cênicas é moto-contínuo da manifestação teatral. Para quem não pôde acompanhar a estréia de “Todo Lado”, no inicio deste mês, não fique sem pernas. Mesmo para os que esperam conformados, poderão, em outra oportunidade apreciar um confortável laboratório de invenções de invenções da melhor humanidade.
A Cia. Equilibrio de dança vem ao longo de nove anos construindo uma historia de evolução na dança do Piauí, se mantendo no cenário como uma dos grandes detaques na dança local, nos ultimos anos vemos nos lançando em nivel nacional e participou de festivais em Belém, Fortaleza e Rio de Janeiro.
quando? dias 12 e 13 de setembro as 19h
onde? casa da cultura de Teresina-Piauí
quanto custa? 2 reais (estudantes e artistas) o dobro para publico geral.
contatos:
ciaequilibrio@hotmail.com
(86) 9994 1543/8814 8898
valdemaR santoS
elizabetH battalI
teresinA-piauÍ
Wednesday, June 11, 2008
Wednesday, June 4, 2008
Geoglifos da Amazônia

O que é arte?
Serão os geoglifos obras de arte de civilizações passadas?
Na Amazônia - Acre foi encontrado formas geométricas, gigantes comparadas às linhas de Nazca - Peru, o que ninguém ainda sabe é como surgiram, qual era a utilidade para quem as fez...
A visualização só é boa quando sobrevoamos a área. Tirei umas fotos das valas.
http://www.geoglifos.com.br/
Tuesday, April 1, 2008
26.02.2008
Humita en chala
Para 12 humitas
Ingredientes:
18 choclos
1 1/2 cucharada de grasa
1 taza de azúcar
1 taza de leche
Preparación:
1. Cortar los choclos de la planta, separarlos de las chalas, limpiarlos y lavarlos, pasarlos por un rallador fino.
2. Freír una cebolla en la grasa, agregar el choclo rallado, el azúcar y sazonar con sal mezclado hasta que tome un tono dorado.
3. Agregar la leche y cocinar a fuego suave para que el grano se cocine y espese y tenga una consistencia de pasta.
4. Dejar enfriar, tomar 2 hojas de chala colocar cruzadas y el medio poner dos cucharadas del maíz en pasta.
5. Cortar tiras de chala de 2 cm y atar las humitas como paquetes (esta operación de envolver se hará con cuidado para que al cocinarse el agua no penetre en el relleno).
6. Colocar en una cacerola con agua caliente, y cocinar 30 minutos a fuego suave.
7. Al tocarlas se nota que el relleno ha endurecido y las humitas están listas.
23.02.2008
22.04.2008
21.02.2008
MALBA - Colleccion Constantini
TEXTOS
Wednesday, March 12, 2008
N.B.P de Ricardo Basbaum
A Usina de Arte disponibilizou o ônibus para buscar alunos e professores do Centro de Apoio ao Deficiente Visual – C.E.A.D.V. às 16h30min e retornaram às 20h
Wednesday, March 5, 2008
Essas que vão e vem em termos muito particulares,
De forma muito positiva,
Na cabeça de cada um...
Depositamos insistências onde não há...
Entre piscadas e intonações e momentos que não precisam de explicações,
Passamos pela frente, por trás, no entorno...
E percebemos (nem sempre) a simplicidade do encontro,
Que nos alucina, nos encanta, nos ensina!
Nos faz olhar para dentro de nós,
Nos fazendo esquecer um pouco o que está por fora...
Esse "fora" que é apenas consequência das transformações ocorridas no interior...
Pelo silêncio, através do tempo, em maneiras diversas...
Saudades e boas lembranças!!!
Sunday, March 2, 2008
Friday, February 29, 2008
DIA 167 - 28 FEV
QUERO MORRER...
...NA CADENCIA BONITA DO SAMBA
Sei que vou morrer, não sei o dia, levarei saudades da Maria
Sei que vou morrer, não sei a hora, levarei saudades da Aurora
Quero morrer numa batucada de bamba, na cadência bonita do samba
Mas meu nome ninguém vai jogar na lama, diz o dito popular:
Morre o homem fica a fama
Quero morrer numa batucada de bamba, na cadência bonita do samba
Monday, February 25, 2008
DIA 164 - 25 FEV
AAAAAAAAAAhhhhhhhhhhhAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH...
uuuuuuuuuuhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh... AH! AH!AH AH AH AH...
ONE , TWO, 3, 4
Sunday, February 24, 2008
OFICINA DE BODY ART e PERFORMANCES - Rio Branco - Acre - Brasil
Saturday, February 23, 2008
DIA 162 - 23 FEV
"O FEMININO NA DANCA" no Centro Cultural São Paulo
Quimera criação e interpretação: Érica Tessarolo - orientação artística: Marisa Lambert - criação e produção musical: Daniel Dias - concepção de luz e figurino: Érica Tessarolo e Marisa LambertO solo enfoca, no corpo, aspectos do mito.
Pés descalços caminham calados criação e interpretação: Candice DidonetSolo que aborda como a mobilidade do corpo é afetada pela instabilidade presente nas relações em nossos contextos socioculturais.(12 anos, 30min)
Friday, February 22, 2008
DIA 161 - 22 FEV
FOZ DO IGUAÇÚ
BUENOS AIRES
.
SALTA
JUJUI
HUMAUACA
IRUYA
ABRA PAMPA
SALTA
.
LA QUIACA
.
UYUNI
.
LA PAZ
.
COPACABANA
LAGO TITICACA
ILHA dO SOL
.
ÁGUAS CALIENTES
MACHUPITO
OLLAMTENTAMBO
PORTO MALDONADO
RIO BRANCO
Banksy.....





Wednesday, February 20, 2008
20.02.2008
Museo National de Bellas Artes, conhecer os trabalhos de:
Jesus Rafael Soto
Liliana Porter
Juan Pablo Renzi
Victor Grippo
Fermin Eguia
(faltam fotos)
Presenciar um eclipse de lua e celebrar a sua forca.
19.02.2008
(faltam fotos)
Palais de Glace
Laberinto/Instalation - Linda Kohen
Obras del Patrimonio III
1959-2007/Blanco y Negro
Centro Cultural Recoleta
Escuela Argentina de Fotografia
Edgardo Cozarinsky
Nicolas Mastraccio
Nora Cherñajousky - La Ola
Desplazamientos y Fusiones - pintura e fotografia
18.02.2008
16.02.2008
Tuesday, February 19, 2008
DIA 160 - 21 FEV
DIA 159 - 20 FEV
sete horas de estudo sobre propagacão de som épico.

DIA 158 - 19 FEV

transformo-me no som de NAPA, penso em peixe crú e tenro.
choro o som de NAPA. choro com toda a melancolia do mundo. evaporo-me da agitação do pelourinho. sou ar e espelho, não mais do que isso. penso na joana que deve andar por aqui. penso na carolina e na flávia. tenho o estômago colado às costas e atrás de mim, sofia coloca as suas mãos nas minhas escápulas, enterrando calor até ao tecido dos pulmões.
sara, quando te volto a ver?
as igrejas do horizonte são de marfim. às nossas perucas, costurei durante o sono, flores dissimuladas.
no lugar do cérebro, tocam orquestras inteiras, baihanas, jamaicanas.
Para onde nos levam?
www.myspace.com/napa
Estudo sobre o corpo n° 0224
Estou em gestação de um trabalho solo "Estudo sobre o corpo n° 0224" autobiografico, abordo nele temas relevantes na minha experiencia e vivencia com corpo em doze anos de estudo do meu corpo, também da observação do corpo alheio.
Monday, February 18, 2008
DIA 157 - 18 FEV
PRIMEIRO BANHO NAS ÁGUAS DO MAR DA BEBÉ AIA, ACOMPANHADA POR MANUELA, CATARINA, MINNA E MARIA OU OITO BRAÇOS FEMININOS.
DURANTE O LUAU, DANÇAR PELA AREIA BRANCA EVITANDO SAPOS E COBRAS. DISTINGUIR A VELOCIDADE DO CORPO DA VELOCIDADE DO PENSAMENTO.
DEIXÁ-LOS IR.
COMPREENDER DIFERENTES SUPERFÍCIES DE LUZ.
somos guaxinins numa LUTA DE FACAS.
DIA 156 - 17 FEV
SOMOS HIPOPÓTAMOS EM ÁGUA DOCE.
SOMOS TARTARUGAS EM ÁGUA SALGADA.
PERCURSO DA ESTRADA VERMELHA A UM, PELO luau.
DIA 155 - 16 FEV
SOMOS PEIXES LOBO EM ÁGUA SALGADA.
O PERCURSO DA ESTRADA VERMELHA A DOIS.
dançar a possibilidade de luar
DIA 154 - 15 FEV
DIA 153 - 14 FEV
Thursday, February 14, 2008
14.02.2008
13.02.2008
Wednesday, February 13, 2008
DIA 152 - 13 FEV
the cut ups william burroughs antony balch 1966
sou um culibri enganado por uma flor de plástico e água açucarada
DIA 151 - 12 FEV
ENTRAR EM CONTACTO COM FORMAS RELIGIOSAS E RITUAIS INERENTES.
DANÇAR NO ESCURO SOBRE RASGOS DE LUZ. OBSERVAR A ILUMINAÇÃO DO MUNDO.
ASSISTIR A CONCERTOS EM TONS DE VERDE E BALANÇAR A BUNDA DE UM LADO PARA O OUTRO.
DIA 150 - 11 FEV
CONVIDAR PESSOAS A SENTAR-SE A MEU LADO, EM VIAGENS MAIORES DE 15 MINUTOS.
CONVIDAR DESCONHECIDOS A EXPERIMENTAR BEBIDAS CONHECIDAS.
SENTIR UMA ENERGIA EXAGERADAMENTE MACHISTA E IR PARA CASA VER UM FILME COM AMIGOS.
DIA 149 - 10 FEV
DIA 148 - 9 FEV
Tuesday, February 12, 2008
Monday, February 11, 2008
05.02.2008
A importância das maos, é importante a gente cuidar de nossas maos e nossos pés. As maos sao muito importante... Por isso é que as pessoas que trabalham com as maos sao boas, os padeiros, por exemplo. Só com as pontas dos dedos nao é bom. Computadores. Você gosta de computadores? É da sua geraçao, nao é?
04.02.2008
03.02.2008
Carnaval, Salvador dia 4
O dia em que tudo mudou, o meu avô fez anos e eu fui para a Chapada Diamantina.
26.01.2008
Butch Cassidy and the Sundance Kid (1969); George Roy Hill; Paul Newman, Robert Redford, Katharine Ross.
19.01.2008
Cenas de um casal improvavel
Ele é pequenino e passa o dia varrendo. Ela é grande e vestida de matrona romana. Tem sempre as costas nuas e a camisa vai descendo de um ombro e de outro, à vez.
Todas as manhas, ela liga o rádio numa ponta da casa. Vai para a outra ponta passar a ferro cantando bem alto todas as músicas que a rádio canta, um segundo exacto antes do cantor as cantar.
Enquanto isso, ele varre sempre no andar de cima.
Saturday, February 9, 2008
DIA 147 - 8 FEV
DIA 144 - 5 FEV
início da época: DIAS DE SILêNCIO. NÓS E AS VACAS.
(falta desenho)
Friday, February 8, 2008
Curso de investigação do Movimento para a criação em artes performativas
O R I G A M I
UNIÃO DE VÁRIAS PESSOAS PARA CRIAR
Vamos aprimorar a percepção do que o corpo comunica enquanto move-se! Vamos?Vamos nos aproximar daquilo que mais gostamos de fazer, daquilo que mais nos interessa (...)
Vamos oferecer um ambiente onde seja disponível trabalhar o imaginar, o criar, o correr, o mover, o dançar, o jogar, o escrever, o desenhar, o cantar, o fazer filme, o fotografar, o deixar que as configurações sejam conforme elas queiram... Elas quem?
AS SUAS VONTADES... VENGA!!!
A partir de 19 de fevereiro até 05 de julho de 2008.
Os encontros acontecerão: 3ª e 5ª das 14h às 16h
6ª das 9h às 11h
Carga de trabalho: 110 horas
Incrições até o dia 18 de fevereiro de 2008.
Orientadoras permanentes do curso: Juliana Adur e Juliana Alves
+ Profissionais convidados de diferentes áreas
-- Vila Arte Espaço de Dança - Rua Saldanha Marinho, 76 / sala 3entre a Catedral e a Rua do Rosário / Curitiba/ Brasil
Wednesday, February 6, 2008
para pensar sobre o corpo como endereço é necessário chegar até
Monday, February 4, 2008
Sunday, February 3, 2008
Saturday, February 2, 2008
DIA 140 - 1 FEV
1. Deteve 1 vazamento de ácido sulfúrico com uma barra de chocolate.
2. Desarmou um míssil com clipes de papel.
3. Sabotou um sinal de trânsito com cartões de crédito usados.
4. Provovou uma explosão misturando num balde sabão, açúcar, sal e germicida.
5. Montou uma solda eléctrica com duas moedas, um gerador e cabos de bateria.
6. Consertou um fusível com papel laminado e goma de mascar.
7. Transformou em estilinue o guidom de uma bicicleta e uma câmara de pneu usada.
8. Abriu um par de algemas usando apenas um brinco.
9. Construi um detector de mentiras com um medidor de pressão e um despertador.
10. Fez explodir fogos de artifício usando a luz do sol e a lente do seu relógio.
11. Recarregou uma bateria utilizando vinho.
12. Criou uma bomba com cápsulas de remédio e sódio metálico.
13. Tapou um buraco no radiador do carro com um ovo frito.
Friday, February 1, 2008
cartografias estéticas
A partir de la década del noventa, tras el reencuentro con la democracia y la producción de una obra para el disfrute visual, se plantea la gran cuestión de nuestro tiempo: ¿Es posible hablar de una expresión nacional en un mundo global que promueve la disolución de las fronteras? Para responder a esta pregunta, Moacir dos Anjos, comisario oficial de Brasil en
Santiago Olmo dibujó una trayectoria similar en el campo de la fotografía. Para éste crítico español el arte fotográfico brasileño quedaría definido, en su diversidad y pluralidad, por un conjunto de tensiones: entre lo local y lo global, entre lo rural y lo urbano, entre la apertura hacia el exterior y la reflexión crítica sobre el propio país, entre la innovación del lenguaje y la necesidad de documentar los hechos humanos. Fruto de esta dualidad son también las dos líneas de creación de imágenes fotográficas que, en la opinión de este crítico, definirían el panorama estético brasileño en este ámbito. Estas dos líneas podrían ser denominadas como documental, representada en sus orígenes por los trabajos de Pierre Verger, y como experimental, que reflejaría la obra de Geraldo de Barros. Si el primero llega al estado de Bahía para retratar a sus habitantes y acaba por ser el nexo de unión entre África y Brasil, el segundo, que forma parte de grupo que desarrolló el movimiento concreto en Brasil, diseña imágenes donde el ritmo y la armonía plástica son el objeto, así como es la propia fotografía su materia de trabajo y estudio. Dos campos, por tanto, bastante diversos, ya que si en un caso la cámara es un utillaje para acercarse a la realidad, en el otro es el propio argumento del arte.
Siguiendo el doble camino propuesto, el crítico español examinó la obra de Mario Cravo Neto de quien dijo que su objetivo no es tanto la estricta documentación, sino fundamentalmente su análisis de los grandes símbolos de la cultura afrobrasileña. En esta reflexión destaca especialmente la manera de depurar la realidad a través de la estilización de las imágenes, del uso del blanco y negro, y de su forma de retratar los cuerpos, que acaban por transformarse en esculturas o, si se quiere, en símbolos de lo sagrado. En las últimas obras de Cravo Neto, Santiago Olmo señaló la aparición del color y su alejamiento del cuerpo como temática, lo que supone un avance hacia la abstracción. En este sentido, los detalles elementales, semejantes a los átomos que constituyen la materia, explican tanto la ciudad como la vida de las gentes que la habitan. Sin embargo, la cámara fotográfica de Miguel Rio Branco se expresa en una crítica social sin ambages. Sus trabajos sobre la prostitución en Bahía o sus instantáneas realizadas en una academia de boxeo denuncian determinadas actividades que esclavizan a hombres y a mujeres.
En la línea de la experimentación, el crítico español señaló la obra de Rosângela Rennó y se centró en los trabajos presentados recientemente dentro del programa FhotoEspaña. En mi anterior columna, Juegos del espacio-tiempo. Las visiones fotográficas de Rosângela Renó, ya daba cuenta de esta exposición y, por ello, no abundaré en la misma. Sólo indicaré que para la artista mineira el asunto no es tanto el recuerdo, sino la indagación en el sentido y objeto de una memoria colectiva, que bien se ha perdido definitivamente, bien se ha extraviado en los laberintos de los archivos fotográficos.
También en esta misma línea de trabajo se hallaría la obra de Vik Muniz, que reflexiona sobre los iconos de la cultura occidental con un humor, muchas veces transformado en sarcasmo, sin que por ello se pierda el ansia por la experimentación que ha caracterizado sus trabajos. Como ejemplo de ello, Santiago Olmo mostró sus retratos de azúcar, caramelo o chocolate, donde lo publicitario, lo alimenticio, lo histriónico y lo testimonial se aunaban para mostrar con un guiño siniestro las pautas de conducta de una sociedad consumista y vacía.
La extraordinaria efervescencia creativa brasileña es, para el crítico de arte español Fernando Castro, comparable a la española por lo que propuso el diseño de exposiciones duales de artistas españoles y brasileños que pudiesen exhibirse tanto en Brasil como en España. Estas parejas de artistas podrían dialogar así en el seno de una muestra con sus propias imágenes y sin necesidad de articular una sola palabra. Aunque, por otra parte, éstas podría ser muy útiles a la hora de conocer sus procesos creativos y sus intereses concretos. Este juego de parejas, según proponía el crítico español, podrían ser, entre otras, las formadas por Isidoro Valcarcel Medina con Hélio Oiticica, Nacho Criado con Cildo Meireles, Eva Lootz con Lygia Clark o Luis Gordillo con Anna Bella Geiger.
Este curso ha contado además con dos figuras de excepción: la artista brasileña Anna Bella Geiger y el pintor español Carlos Franco. La primera presentó un libro acerca de su obra organizado por uno de los codirectores del curso, Adolfo Montejo Navas, y habló de sus inquietudes estéticas, de la plasticidad de los mapas donde se inscribe no sólo nuestra experiencia personal, sino la de los países y de la sociedades, así como de su magisterio y su aprendizaje con algunos de los más grandes artistas del siglo XX como fueron Fayga Ostrower o Joseph Beuys. Carlos Franco, que ha vivido largas temporadas en Bahía, explicó cómo en el mundo de los orixás ha sabido encontrar el aliento mágico de una cultura chamánica que tanto tiene que ver con sus motivaciones personales. Otro aspecto que destacó fue el multiculturalismo y la tolerancia tanto hacia las formas diferentes de pensar como de actuar o de vivir. Este mestizaje mental y físico es uno de los aspectos que más le han atraído de su experiencia bahiana, así como el uso del color como símbolo mágico, como lenguaje pre-verbal y expresión de lo sagrado.
extraído na integra de http://www.cronopios.com.br
Thursday, January 31, 2008
DIA 139 - 31 JAN
DIA 138 - 30 JAN
"espinas grandes me ha empujado."
"mi cuerpo se ha deshecho, se ha descomponido, medio templación me ha agarrado, y yo asustado,y yo asustado, asi he estado. mi senora me ha dicho: anda, escápate. péro yo? qué habia hecho? a ninguna parte no he salido. andate, andate, me ha dicho. tiroteos habia de noche, qué será eso, qué será, pap-pap-pap-pap-pap. y yo mismo despertando y durmiendo así de a ratos, y ni asilismo me he escapado, mi senora me ha dicho: pues andate, pues andate, escapa. qué me van hacer, le digo, yo soy un albanil particular, qué me van hacer."
DIA 137 - 29 JAN
WHAT´S LOVE GOT TO DO GOT TO DO WITH IT?
WHAT´S LOVE? NOTHING BUT A SECOND HAND EMOTION... WHO NEEDS A HEART, WHEN A HEART HAS JUST BEEN BROKEN? OH OH OH! TAKE A LOOK AT MY GIRLFRIEND, SHE´S THE ONLY ONE I´VE GOT. CALIFORNICATION. I WAKE UP IN THE MORNING SUN MY MOTHER ASKS WHEN ARE YOU GONNA LIVE YOUR LIFE RIGHT?
OH MOTHER DEAR WE´RE NOT THE FORTUNED ONES AND GIRLS THEY WANNA HAVE FUN! GIRLS THEY WANNA HAVE FUN! THE PHONE RINGS IN THE MIDLE OF THE NIGHT, MY FATHER SAYS: WHAT´RE YOU GONNA DO WITH YOUR LIFE... OH DADDY DEAR YOU KNOW YOUR STILL NUMBER ONE, AND GIRLS THEY WANNA HAVE FUN! I WANNA BE THE ONE TO WALK IN THE SUN. ACREDITO EN TI, PORQUE SEI QUE NUNCA ME MALOGRÁS!!! ACREDITO EM TI... UN OUTRO MÁS EN TU VIDA...
DIA 135 - 27 JAN
Monday, January 28, 2008
Saturday, January 26, 2008
Friday, January 25, 2008
Thursday, January 24, 2008
DIA 132 - 24 JAN
CONCHA, CONCHAR O PRESENTE, O CERIMONIAL EM MOVIMENTO. ESPIRAL ASCENDENTE QUE ENVOLVE EM COLAR - hombre y mochita - HERMOSOS ADORNOS Y ESQUISITAS JOYAS.
do centro emergem raios divergentes, cuja color rosada faz corar, ataviar, adornar, personificar.
em COPA CERIMONIAL, este silêncio no qual me sento e na penumbra respiro. NO ECO RESPIRO. É fresco.
deixar ir. deixar-se. esquecer-se.
ser estilizado e insinuar-se. ser trono ambulatório ou eventual. ser rasgos faciais há muitos anos atrás.
DIA 131 - 23 JAN
llamas
ovejas
hombres
ninhos
la plata nunca es mas fuerte que la sangra. se cambia matéria por muheres, animales.
esta religión es sobre la muerte. el culto de la muerte. el culto de la diosa tierra, la pachamama.
se te entregas un poco más, sabes que perderás tu primeiro hijo. su destino eres el Inca y la fertilidad divina.
Wednesday, January 23, 2008
Tuesday, January 22, 2008
ontologia coreogeográfica
aceitar a provocação de quê a casa é o corpo e comparar racionalmente os resíduos da cozinha, os orgânicos, com a pele no ralo eo pêlo no ralo.
expandir a provocação anterior, expandir a escala da provocação anterior.
segue: casa apertada se transforma em casa montanhosa de tão ampla.
um vale para todas as soluções fisiológicas / soros.
um vale geologicamente trabalha-em-escorrer.
se é certo que a casa é o corpo (l. clark) / se é certo que a Terra é terra (mil platôs 1)
torna-se constatemente invariante o movimento que acontece na casa (a inicialmente dita como particular). moviementos recorrentes na escala do Ecúmeno, os 3 (três):
* Ps. a localização destes movimentos é dada por uma latitude e uma longitude. pensar que estes três movimentos sejam movimentos de uma Hecceidade. no sentido que se fazem gesto de um motor-Desejo sem sujeito algum.
home-made como Idéia que transporta para a Casa, o sistema complexo de fluxos geológicos e hidráulicos. home-made como trabalhar-uma-coreografia-para cada-um-destes-3-(três)-movimentos.
DIA 128 - 20 JAN
ser branco sobre verde sobre terra
ser mariposa e flores estranhas e folhas estranhas.
as silvas säo centopeias.
ser caminho e quilómetro e pedra posta e composta pela tempo.
nao confiar em lama.
nao confiar em folhas.
confiar pouco em pedras.
confiar em raízes enterradas no chao.
podia virar o chao ao contrario.
no serro mais alto, por cima das nuvens,
branco sobre verde sobre terra


DIA 127 - 19 JAN
escorregar, cair, resvalar, deslizar, mergulhar, abraçar o chao, ir de frente, ir de lado, bate cú, bate papo, confiar, actividade na gravidade, incorporar a queda, desestabilizar, reequilibrar, molhar os pés e a coxa esquerda, torcer, tropeçar, desconfiar de pedras.
Friday, January 18, 2008
estudos de economia geral
leio "l'economie à la mesure de l'univers', de georges bataille.
o mesmo que escreveu: o mar continuamente se masturba.
os exercícios (vídeos-masturbações) de danilo dilettoso se referem a esse mesmo tema.
DIA 126 - 18 JAN
REABERTURA 555
Thursday, January 17, 2008
DIA 125 - 17 JAN
mafalda esconde-se do mundo. Ao planeta Terra costura um casulo feito de veludo cor azul pretóleo, esverdeado (menos acinzentado do que a cor do lago titicaca).
Assim a encontramos, alfredo e eu.
Com a tesoura da Avó Helena empeço a cortar o tecido. acabo por rasgá-lo e dilacerá-lo de forma limpa, deixando a descoberto o corpo nú que agora ali se encontra.
Alfredo tem um ar aflito, ao que chora, pronuncia-se, mas nada se ouve no vácuo. Só esta necessidade de acusar mafalda dos seus crimes e promessas por cumprir.
Chamava-se mafalda ou bárbara?
DIA 124 - 16 JAN
sou um actor conhecido, cujo nome desconheço. Tenho cicatrizes na cara. Sou branco, arrogante e normalmente faço de polícia ou detective em filmes de acçäo.
Trabalho num desses supermercado desportivo de grande área, com a minha noiva.
Avanço pelo corredor de bolas de basquet, futebol, voleibol para matar um colega de trabalho. Näo recordo a razäo mas, sucumbo sempre às tentaçöes.
Näo há prazer pois, o tiro é silenciado.
Outro colega da loja aparece e para que näo me denuncie, deixo-o caído morto em cima do primeiro cadáver quente.
Impeça a investigaçäo na qual sou o suspeito principal, na qual nunca vou admitir coisa alguma!
A sensaçäo de culpa vai crescendo e estas contorçöes nos intestinos, a febre, o suor...
Por todos com quem me cruzo, vou questionando a identidade, se säo o meu advogado de defesa... - preciso de contar a verdade!
... e também, há que lidar com as câmaras....
... ele saberá o que fazer com as câmaras!
(toda a acçäo se repete, perspectivada através das câmaras de vigilância 3 e 2)
DIA 123 - 15 JAN
rua impressionista, definida por cores, näo por formas. Nada respira. Nada contém em si movimento.
A rua é inclinada (perspectiva frontal). 2 pessoas descem a rua, parecendo näo pisar o solo.
Um homem montado numa bicicleta, desliza pelo chäo molhado como se, levemente, flutuasse.
Ao passar por uma poça, trava.
Ao passar pela mulher, trava.
Nunca se viu a água da chuva no ar.
MAIMARA
isla del sol
e ao lado isla de la luna
yumani - el lugar com más água
challa - lugar de arena
challa pampa - lugar de arena blanca
inti - sol
(danças bolivianas )
Tincos
chacarera
salaque
caporales
tobes
diablada (no carnaval)
(música boliviana)
morenada
moçanhada
DIA 122 - 14 JAN
DELÍRO SEGUNDO
o tempo suspenso indica ao coraçäo para bater muito devagar. näo há oxigénio possível para existir e caminhar torna-se pesado. Na velocidade mínima o lago diz nada, näo se move, também as montanhas, o céu, os animais. O meu corpo, lento, näo raciocina, perde todas as oportunidades de amor e evasäo desta ilha. sensaçäo agridoce.
DIA 121 - 13 JAN
... y el siléncio de ahora,
ahora, no mañana.
DIA 120 - 12 JAN
"A coca é generosa para a terra, ao contrário da saoja. Além do mais, necessita muito pouca área de plantaçäo.
Para além de ser utilizada medicinalmente como como chá, toma para as dores de pança, anti-apetite, pasta de dentes, existe o lado ritual que a coca acompanhou desde sempre, participando de um dos papéis principais em oferendas desde a época pré-incaica.
e ... claro, produçäo de dependência - 1 quilo de cocaína = 1000 quilos de folha de coca
Os Estados Unidos säo os primeiros a evocar a cecessäo de produçäo de coca, porém, nunca terminaräo com a demanda.
EntÄo deu-se assim:
Algumas vezes, o estado boliviano tentou terminar com a produçäo de coca.
PRIMEIRO, houve a fase de desistência voluntária, ou seja, os conqueeiros recebiam uma certa quantia de dinheiro para destruir a sua própria plantaçäo e começar a plantar... vá!... ananases!
Mas a coca continuava a ser muito mais rentável, para além de todo o contexto histórico e religioso no qual estava envolvida.
A SEGUNDA fase foi "à força". O exército chegava com as suas tropas e no momento queimava a plantaçäo. Destruía tudo.
Assim começa a revoluçäo dos coqueeiros.
Em Cochabamba, regiäo da Bolívia de clima tropical, onde chove o dia inteiro, surgem os maiores líderes coqueeiros, entre eles Evo Morales.
No Norte, a regiäo de 3Cruzes; no Sul, outras duas regiöes querem a autonomia em relaçäo ao resto do país.
Evo Morales propôe a mudança de Constituiçäo, ou reforma e que os frutos de produçäo do Norte e Sul sejam partilhados economicamente, por todo o país. Obviamente, nem todos estäo prontos para se deesprenderem da própria riqueza.
A empresa de gás, no sul, é nacional há coisa de 2anos.
Se os militares näo apoiarem o Presidente, haverá, de certo, uma guerra civil.
Se lhes tocam no päo, os bolivianos levantam-se, protestam, matam. Fazem justiça com as próprias mäos.
Em 1929, durante a crise, muitos fazendeiros foram mortos por serviçais coqueeiros.
Tal como na Argentina, após a crise de 2001, após a época de 1 a 1 (1 peso = 1 dólar), a regiäo de Buenos Aires está a encontrar de novo o equilíbrio e prosperidade. Aqui se encontra de tudo, mas no Norte as pessoas passam fome."
Em La paz, qualquer canto de rua é local de trabalho. Näo tendo loja, vende-se o sumo de laranja na rua, a pasta de dentes; engraxam-se os sapatos. (lembrando algumas cidades de PorTugal)
Muitos miúdos usam gorros negros, que só deixam escapar os olhos.
Porque chamam a La Paz, a linda, se no fundo näo passa de um manto de sofrimento?
Monday, January 14, 2008
08.01.2008
Viver num dia várias coincidências estranhas, tal como: numa cidade com 13 milhões de pessoas conseguir encontrar uma pessoa específica num autocarro especifíco (sem combinação prévia).
06.01.2008
03.01.2008
2. (dois) CANSAR-SE MUITO E FECHAR OS OLHOS, DEITAR-SE NO CHÃO QUE É QUENTE E DESCANSAR TUDO DE UMA VEZ. DESISTIR E CONTINUAR A CONTINUAR.
3. (três) descobrir indícios de UMA ESTRELA DO MAR, relacionar-se com ela.
4. (quatro) caminhar descalça na PELA AREIA GROSSA (ooooo).
5. (cinco) encontrar cinco (5) mensagens DE TAXIS: POSSO NÃO TER TUDO AQUILO QUE AMO. MAS AMO TUDO AQUILO QUE TENHO.
6. (seis) encontrar a árvore MAIS SÁBIA e abraçar-se a ela.
7. (sete) abominar MENTIRAS.
8. (oito) ser DESPEDIDAS.
9. (nove) escrever durante nove (9) minutos CORRENDO AO LADO DE UM CARRO.
10. (dez) ouvir FUNK.
02.01.2008
2. (dois) RECOMEÇAR VÁRIAS COISAS A CADA DIA E NÃO DESISTIR DE NADA.
3. (três) descobrir indícios de UM MACACO UIVADOR, relacionar-se com ele.
4. (quatro) caminhar descalça numa MONTANHA TÉ AOS 983 (NOVECENTOS E OITENTA E TRÊS) METROS.
5. (cinco) encontrar cinco (5) mensagens DE CAMISETAS: YOU HERE.
6. (seis) encontrar a árvore MORTA e abraçar-se a ela.
7. (sete) abominar MÚSICA NO CAFÉ DA MANHÃ.
8. (oito) ser CONVERSA FIADA.
9. (nove) escrever durante nove (9) minutos FOCADA EM MIM E EM TUDO.
10. (dez) ouvir MÚSICAS IMAGINADAS.
01.01.2008
2. (dois) OLHAR PARA OS ESPAÇOS ENTRE.
3. (três) descobrir indícios de UM BESOURO, relacionar-se com ele.
4. (quatro) caminhar descalça ATÉ UMA QUEDA DE ÁGUA.
5. (cinco) encontrar cinco (5) mensagens DE LIVROS: MANUAL DE PADRONIZAÇÃO DE TEXTOS.
6. (seis) encontrar a árvore TOMBADA e abraçar-se a ela.
7. (sete) abominar BOLHAS.
8. (oito) ser MONTANHA.
9. (nove) escrever durante nove (9) minutos DANÇANDO.
10. (dez) ouvir MÚSICAS IMAGINADAS ATRÁS DO MOTOR DE UM BARCO.
31.12.2007
2. (dois) DAR ENERGIA CONTINUAMENTE (IMPROVISAÇÃO CONTÍNUA).
3. (três) descobrir indícios de UM LAGARTÃO (UM 1 METRO PELO MENOS), relacionar-se com ele.
4. (quatro) caminhar descalça POR PEDRAS MUITO PEQUENINAS.
5. (cinco) encontrar cinco (5) mensagens DE CAMISETAS: LOVE NOT DEAD.
6. (seis) encontrar a árvore EM FRUTO e abraçar-se a ela.
7. (sete) abominar REVEILLONS.
8. (oito) ser SULAMERICANA.
9. (nove) escrever durante nove (9) minutos FUGINDO DO CHAMPAGNE EM VOO.
10. (dez) ouvir MÚSICA MÁ.
30.12.2007
2. (dois) BUSCAR SIMPLICIDADE NA COMUNICAÇÃO.
3. (três) descobrir indícios de UMA BORBOLETA GRANDE AMARELA, relacionar-se com ela.
4. (quatro) caminhar descalça no LUGAR ENTRE O RIO E O MAR.
5. (cinco) encontrar cinco (5) mensagens DE CAMINHÕES: JESUS É MAIS.
6. (seis) encontrar a árvore MAIS ESCONDIDA e abraçar-se a ela.
7. (sete) abominar COISAS CASTANHAS.
8. (oito) ser DESEQUILÍBRIO INTERNO.
9. (nove) escrever durante nove (9) minutos CORRENDO.
10. (dez) ouvir O SOM DO CHÃO DEBAIXO DOS PÉS ENQUANTO CAMINHO.
29.12.2007
2. (dois) PROCURAR RUMOS SEM RUÍDO.
3. (três) descobrir indícios de UM INSECTO VERDE, relacionar-se com ele.
4. (quatro) caminhar descalça nas ROCHAS.
5. (cinco) encontrar cinco (5) mensagens DE CARROS: BÊBE DA MÃE.
6. (seis) encontrar O CAJUEIRO e abraçar-se a ele.
7. (sete) NÃO abominar.
8. (oito) ser MOAMBA.
9. (nove) escrever durante nove (9) minutos CAMINHANDO EM DIRECÇÃO AO CRUZEIRO DO SUL.
10. (dez) ouvir BANDOLEON.
28.12.2007
2. (dois) PERCEBER OS ESPAÇOS ENTRE E DESCOBRIR HOMEOSTASIAS.
3. (três) descobrir indícios de UM URUBU, relacionar-se com ele.
4. (quatro) caminhar descalça na MATA ATLÂNTICA.
5. (cinco) encontrar cinco (5) mensagens DE CAMISETAS: DO YOU REALLY LOVE ME? I LOVE YOU.
6. (seis) encontrar a árvore MAIS RETORCIDA e abraçar-se a ela.
7. (sete) abominar.
8. (oito) ser PICADA NO LÁBIO INFERIOR.
9. (nove) escrever durante nove (9) minutos DENTRO DE ÁGUA.
10. (dez) ouvir O SUAVE RONRONAR DE UM AR CONDICIONADO.
27.12.2007
2. (dois) DENTRO DE ÁGUA, RECUPERAR O EQUILÍBRIO.
3. (três) descobrir indícios de UMA TARTARUGA MARINHA, relacionar-se com ela.
4. (quatro) caminhar descalça na AREIA.
5. (cinco) encontrar cinco (5) mensagens DE VANS: AO SERVIÇO DO REI JESUS.
6. (seis) encontrar a árvore MAIS FEIA e abraçar-se a ela.
7. (sete) abominar TELEVISÕES.
8. (oito) ser ANFÍBIO.
9. (nove) só escrever durante nove (9) minutos.
10. (dez) ouvir REAGGE ATÉ QUERE MATAR O BOB MARLEY.
26.12.2007 Dez (10) pontos para nove (9) dias
2. (dois) NO SILÊNCIO, RECUPERAR O EQUILÍBRIO.
3. (três) descobrir indícios de UM MORCEGO, relacionar-se com ele.
4. (quatro) caminhar descalça na ESTRADA.
5. (cinco) encontrar cinco (5) mensagens DE CAMISETAS: I PARTY IN MIAMI WHERE THE LINES ARE LONG.
6. (seis) encontrar a árvore MAIS LINDA e abraçar-se a ela.
7. (sete) abominar TELEMÓVEIS.
8. (oito) ser PICADA NO OLHO.
9. (nove) escrever durante nove (9) minutos CAMINHANDO EM DIRECÇÃO AO SOL.
10. (dez) ouvir A MÚSICA DO MOTOR DE UM BARCO.
Sunday, January 13, 2008
Saturday, January 12, 2008
Friday, January 11, 2008
DIA 119 - 11 JAN
THIAGO RESPIRA LENTAMENTE.
BEBENDO CHÁ DE ANIZ, PERCORRE A SALA BRANCA. BRANCO SEM SOMBRA, SEM MURMÚRIO.
NO ANDAR DE BAIXO, THIAGO ENCONTRA THIAGO.
OH!!!!! I WANNA DANCE WITH SOMEBODY!
I WANNA FEEL THE HEAT WITH SOMEBODY!
YEAH! I WANNA DANCE WITH SOMEBODY!
WITH SOMEBODY TO LOVE!
O CORPO FALA E TREME NA CONSTÂNCIA DA SUA ORGANICIDADE. ORGAOS QUE DEFINHAM LENTAMENTE E SEM ORGÄOS o rapaz belo SUFOCA NA POSSIBILIDADE DE IMENSIDAO.
ENQUANTO RESPIRA E JÁ NAO RESPIRA O PÚBLICO É SERVIDO DE CHÁ GELADO.
o publico entra pela porta. acompanhando o publico eu peço que estiquem-se no chão. coberto com esteiras do mercado de são josé, de salvador.
todos deitam-se. digo a catrina(quando acabar de dizer, catarina levanta-se da rede e leva todos pra fora, onde um caminhão de gás esta estacionado, todos montam e saem para fora da cidade):
catarina, por gentileza,...............................................................................................................................................................................................................................................................................................
continue a não trancar a porta.................as portas............................o portão..........................
macaco
pensar na coreografia como apagamento. uma pauta de teletransporte.
pensar na coreografia como vestígio do ontem. impossibilidade de tua ansia.
movimentar-se para devir-planta meditando barros.
criar o contorno mais largo. imaginar o lago de xica da silva.
habitar a obliteração.
Thursday, January 10, 2008
DIA 118 - 10 JAN










Ciento veinte millones de ninos se agitan en el centro de esta tormenta. La poblacion de America Latina crece como ninguna otra. En medio siglo se triplico con creces. (…) una bomba de tiempo.
El sistema no ha previsto esta pequena molestia. Lo que sobra es gente. Y la gente se reproduce. Se hace el amor con entusiasmo y sin precauciones.
Cada vez queda mas gente a la vera del camino, sin trabajo en el campo, donde el latifundio reina com sus gigantescos eriales, y sin trabajo en la ciudad, donde reinam las maquinas. El sistema vomita hombres.
Las misiones norteamericanas esterilizan masivamente mujeres y siembran pildoras, diafragmas, espirales, preservaticos y almanaques marcados, pero cosechan ninos. Porfiadamente, los ninos latino americanos continuan naciendo, reivindicando su derecho natural a obtener un sitio bajo el sol en estas tierras esplendidas que podrian brindar a todos lo que casi todos niegan.
{combata la pobreza, mate a un mendigo}, garabateo un maestro del humor negro sobre un muro de la ciudad de la Paz.
Los dispositivos intrauterinos compiten con las bombas y la metrella, en el sudeste asiatico, en el esfuerzo por detener el crecimiento de la poblacion de vietnam. En America Latina resulta mas higienico y eficaz matar a los guerrilleros en los uteros que en las sierras o en las calles."
in Las venas abiertas de America Latina - Eduardo Galeano
DIA 117 - 9 JAN

Monday, January 7, 2008
incorporar um tempo (neolithic man neolithic woman)
After the passing of a car
I’m in the silence that’s suddenly heard
After the passing of a car
I’m in the silence that’s suddenly heard
After the passing of a car
Spaces grow wide about me Spaces grow wide about me
If you look from your window at the morning star
You won’t see me
You’ll only see that you can’t see very far
God spoke to me
From inside the newstone one day
You’re my son And my eyes swept the horizon
Away
: ouvir neolithic man, musica de caetano veloso que se encontra no album Transa.
Sunday, January 6, 2008
DIA 115 - 7 JAN
DIA 114 - 6 JAN
DIA 112 - 4 JAN






Asunta. POUSADA ASUNTA. Ricardo. Rodrigo. Emília. FESTA DO CHOCOLATE E SAGRAÇAO DA Virgem. António. José Ignácio. COQUEAR. MATTÉ. GUITARREAR. COZINHAR. MASTIGAR FOLHAS... NÄO MASTIGAR! CHUPAR! AGARRAR-SE AO POUCO OXIGÉNIO DE 2800M. amanhä seräo 4000! SER MONTANHA. SER PEDRA QUE ROLA. ESTAR. RESPIRAR. SER RAÍZ.
DIA 109 - 1 JAN
Sunday, December 30, 2007
DIA 107 - 30 DEZ



DIA 106 - 29 DEZ
¿WHY CAN'T I ADD SOUNDS?
¿PORQUÉ NO PUDEO ADICIONAR SONIDOS?
!MISSING SINCE TODAY
MUJER A PUNTO DE LLORAR - CARLOS ALONSO
Saturday, December 29, 2007
Friday, December 28, 2007
25.12.2007
Tirar fotos de:
- Vilma
- Martim
- Edson
- Clayton
- Juliana (muitas e muitas)
- JuAdur
- Peter (sério)
- Zeca
- Pedro
- Luciana
- Ramalho
- Fernando
- Viviane
- Ronie
- muitasmuitasmais
Tentar compreender a essência do mundo pelo enjôo.
Pensar em maneiras de devolver o estômago à Juliana, que já está aninhado no meu.
Dormir muito pouco várias horas de seguida.
Tornar-me um com a máquina fotográfica.
24.12.2007
Fazer cadernos consecutivamente.
Pensar sobre rituais. Católicos ou não.
Insistir em assistir aos espetáculo da Verve e ver o Peter dançar.
Dormir muito pouco uma semana consecutiva. Experimentar a exaustão sem o cansaço.















b.jpg)



































































































































































