Saturday, October 3, 2009

Piauí inova com exibição de dança pelo MSN dia 05 de novembro as 20h.

O ponto mais inovador é no quesito exibição pois, o espetáculo será assistido online pelo MSN, para isso basta adicionar o e-mail: duetoembrancoepreto@hotmail.com e está online dia 05/11/09 as 20h.


Mostrar através de um trabalho de dança contemporânea um estudo sobre forças opostas, a importância de reconhecer e aceitar a diversidade, todos somos diferentes e essas diferenças causam intrigas, guerras, amor, caridade, atração. Buscamos fazer uma relação em cima das cores branca e preta, cores extremamente opostas. Abordamos questões dúbias através de forças que se completam e se repelem.



O que seria do dia sem a noite? Do certo sem o errado? Do simples sem o complexo? Do ciúme sem o desapego? Do amor sem o ódio? Do positivo sem o negativo? Um não faria menor sentido sem o outro, são forças que se complementam e se opõem. Partindo desse princípio os intérpretes-criadores Luís Carlos Vale e Valdemar Santos desenvolvem um trabalho que busca, nessas contradições, elementos para falar das relações opostas, mostrando nosso lado mais ambíguo.


O trabalho se coloca como experimento de colaboração teórica e prática, estreitando a fusão entre linguagens. Comunicando de forma harmônica e equalizando a relação entre as cores branca e preta, para isso contamos com olhar externo de Adriano Abreu que também assina figurino e cenário. Acreditamos fortalecer nossos trabalhos e também apostar em uma forma colaborativa de criação, tendência nos trabalhos contemporâneos que buscam unir cada vez mais as linguagens,

Estréia dia 05 de novembro no Teatro 4 de Setembro dentro do projeto popular 1,99. Em seguida no dia 12 e 15 de novembro se apresenta no Festival Dança Pará 2009. O ponto mais inovador do projeto é no quesito exibição pois, o espetaculo poderá ser assistido online pelo MSN, para isso basta que vc adicionar o e-mail: duetoembrancoepreto@hotmail.com e se conectar no horário do espetáculo....

Tuesday, September 15, 2009

II Conferência de Cultura de Rio Branco


Nos dias 17, 18 e 19 de setembro acontece a II Conferência de Cultural de Rio Branco. A avaliação do Sistema Municipal de Cultura, propostas para as conferências estadual e nacional de cultura e a eleição de delegados para a Conferência Estadual são os principais pontos de pauta. O local do evento é no auditório do Colégio Armando Nogueira.Dia 17 – a partir das 18hDias 18 e 19 – a partir das 8hNo auditório do colégio Armando Nogueira
Para saber mais


Alguns Motivos para Participar da II Conferência de Cultura de Rio Branco

Eurilinda Figueiredo
xapuriense, professora de língua portuguesa e literatura, gestora da FGB e conselheira do conselho municipal de políticas culturais de Rio Branco.

O que é ser um cidadão brasileiro – acreano - rio-branquense? Que traços nos tornam cúmplices nas maneiras de ser, fazer, saber e viver, e permitem a outros cidadãos deste país (e de outros países também) nos identificar como ‘deste’ lugar, e não de outro?
Temos palavras inventadas por nós que são correntes em nosso vocabulário; de maneira acreaníssima, desenvolvemos modos próprios de falar e pronunciar o português; temos uma religião originária que forjou o novo a partir do diálogo entre várias outras maneiras de acreditar. Somos passionais quando o assunto é a NOSSA terrinha, e isso vale também para os filhos adotados (e são muitos os casos de sujeitos que beberam a água do rio Acre e se ‘perderam’ por essa terra).
Também, e nesse caso principalmente, participamos ativamente da vida política, em todas as esferas e dimensões, ainda que pra negar essa participação, pra falar mal do poder público, pra desenvolver novas formas de luta e resistência (lembram dos empates?), pra ‘encrencar’ com velhos e novos rivais (pra ‘azeitar’ nossa habilidade de argumentar), ou simplesmente pra exercer (direito congênito ou adquirido, difícil precisar...), a teimosia, a arenga, a oposição, a contradição, a ambigüidade, e por aí vai, (mas aaaai do ‘desgraçado’, de FORA, que se arvorar a falar mal daqui, ou que tentar nos convencer a fazer as coisas a SUA maneira).
Esse nosso jeito de ser e fazer alicerçou (e ainda hoje é suporte e fundamento) o processo de construção de políticas para a cultura de Rio Branco. Temos trabalhado para a cultura mudar de lugar, mudar de posição, ganhar ‘status’ de institucionalidade, de área cuidada pelo poder público. Claro que fizemos isso à nossa maneira, do nosso jeito, coletivamente, dividindo – poder público e sociedade civil - a responsabilidade das decisões.
Criamos um Conselho de Cultura, maioria da sociedade civil em todas as suas instâncias de participação e decisão, e sem presidente (modelo inventado por nós, do nosso gosto). Também garantimos nossa Lei de Patrimônio Cultural, que estabelece diretrizes para as políticas de preservação e manutenção do patrimônio local, porque sabemos que é fundamental não perder de vista nossas identidades, mais ainda, que precisamos fortalecer essas identidades, para não esquecer quem somos, nem onde queremos chegar.
Até mesmo um Cadastro Cultural - primeiro passo para organizarmos nosso Sistema Municipal de Informações e Indicadores Culturais, nós cuidamos de criar; e ainda saímos lucrando nos mecanismos de financiamento de projetos culturais: além da Lei de Incentivo, já existente, nós criamos outro: o Fundo de Cultura, que funciona de modo mais simples que a Lei. O melhor, dessa parte, é que, quem discute, propõe e diz o que fazer (ou delibera, na língua de conselheiro) sobre os recursos disponíveis - são os fazedores que escolheram ser também conselheiros, e participar das decisões políticas, nas várias instâncias do Conselho.
Essas políticas – construídas a muitas mãos - criaram as condições para desenvolvermos um novo modo de administrar a cultura, sociedade civil e poder público dividindo, ou partilhando em co-responsabilidade (na língua de conselheiro), a gestão da cultura local. Uma das vantagens é não estar só nos momentos de escolha, de decisão, sempre muito difíceis, ainda mais quando os recursos são pequenos e ambíguos (ou instáveis, na língua de conselheiro).
Outra vantagem (trabalho que precisamos fazer) é tudo isso funcionar de maneira orgânica, ou sistêmica, o que significa dizer que deve ter ‘liga’, integração, interação, diálogo, conversa entre as partes. Para quem não conta com muitos recursos, é muito importante, vital até, ter políticas, programas, projetos e ações integrados, harmônicos em seu funcionamento, e coerentes em sua relação com a realidade, em sua razão de existir.
O certo é que com essas políticas avançamos rumo à profissionalização da gestão cultural, tanto poder público, quanto iniciativa privada. Pois é..., estamos no mesmo nível de maturidade da Garibaldi. E se acabamos de entrar na idade adulta, vai ser o jeito virar gente grande. Por isso, é importante não perder o rumo, não esquecer que temos ainda muitos varadouros pela frente. Esses novos mecanismos ainda não dão conta de todas as necessidades (ou demandas, naquela outra língua) dos fazedores da cultura local. Portanto, não conferem à máquina do Sistema de Cultura, a potência que precisamos que ela tenha.
Às peças que já temos, precisamos juntar outros alicerces e rejuntes, principiando pela reestruturação da FGB, que deve renascer ganhando não só uma nova cara (ou uma nova arquitetura, naquela língua mais difícil), mais adequada a esse novo momento, como também vida longa com pessoas, com trabalhadores, com servidores públicos (pra falar direitinho). Então, tem que ser através de concurso público, de contratação de quadro técnico, pra garantir continuidade (ou permanência) às políticas construídas, entre outras coisas.
Falar em continuidade, outra peça dessas que ainda faltam ao nosso Sistema é o Plano Municipal de Cultura, que desejamos Plano de Estado (que na língua de conselheiro quer dizer construído pelas pessoas, por cidadãos, pela sociedade civil). Por isso, nos ‘engendramos’ mais uma vez em um processo que vai levar um pouco mais de tempo para terminar, mas está garantindo as condições para a participação e o envolvimento das pessoas e também para a qualificação necessária – dos gestores da Garibaldi e dos conselheiros interessados - a uma ação dessa natureza.
Na verdade, nosso Plano já está em construção, no Conselho, pelos conselheiros, e tem sua finalização prevista para o início de 2010, quando deverá ser discutido e deliberado em Conferência Extraordinária e, em seguida, encaminhado à Câmara de Vereadores. E então teremos uma Lei que, registrando a vontade dos fazedores para os próximos dez anos, estabelece diretrizes, prioridades e estratégias para a cultura de Rio Branco. Um mapa do tesouro para o poder público.
Falar em Conferência, estamos às vésperas da nossa segunda. Pra nós, a conferência é a instância do Conselho (a máxima, a mais importante de todas) em que vamos fazer a primeira avaliação formal do Sistema de Cultura, ou melhor, em que vamos refletir sobre o funcionamento dessas políticas que construímos, sobre o que funcionou bem, o que funcional mal, o que não funcionou..., e encaminhar propostas que alterem e deixem melhor nosso Sistema.
Vamos também discutir e elaborar propostas para os eixos que compõem o temário das Conferências municipais, estaduais e nacional: Cultura, Diversidade, Cidadania e Desenvolvimento (nenhuma novidade ou grande dificuldade para quem na primeira conferência conseguiu construir um sistema de cultura e, na segunda, já vai avaliar esse sistema), e ainda eleger delegados para a Conferência Estadual.
É bom, então, lembrar um pouco sobre o que se faz numa conferência, que lugar é esse (ou que instância é essa do Conselho, falando como conselheiro), e o que se pode tratar nela?... No nosso caso, esse lugar é o mais importante do Conselho, é também um lugar de participação, de reflexão, de discussão (como as Câmaras Temáticas onde nos encontramos mensalmente), de aprofundamento, de decisão e de acompanhamento (como os Fóruns Setoriais onde nos encontramos a cada três meses). E, da mesma forma que nas Câmaras Temáticas e nos Fóruns, a condição para fazer parte é a disposição para a conversa, para o estudo, para a construção de consensos em torno de interesses coletivos.
Por isso, a mobilização é tão importante. No nosso caso, já entramos com a vantagem da disposição pra conversa. Estamos aprendendo a lidar com a tensão (constante) entre os nossos projetos individuais, as nossas demandas particulares – e os interesses coletivos, que precisamos defender como conselheiros. Quase sempre procuramos fazer isso sem mascarar os conflitos, sem contribuir com a hipocrisia, admitindo (e não vendo nisso pecado mortal) que é difícil exercer o desprendimento total, embora seja muito forte nosso desejo de participar, de construir algo coletivo.
Mas, sendo do jeito que somos, não abrimos mão de discutir, de propor, de criar, de acompanhar a execução - do que foi decidido coletivamente - por parte do poder público. Por isso, na Conferência estaremos lá, mais uma vez, para confrontar, reunir, ajuntar, amontoar, conferir, conferenciar, deliberar, opor, combater, comparar (é isso mesmo que nos diz o dicionário Houaiss sobre conferência...)
E, como sabemos que é importante não abandonar o poder público, não largá-lo à sua própria sorte e risco, além de fortalecer e consolidar a atuação do Conselho, logo, logo, precisaremos começar a pensar e discutir nosso Programa de Formação na Área da Cultura. Esse programa deve nos ajudar a consolidar a cultura como área cuidada pela administração pública, institucionalizada, mas ao mesmo tempo deve ter a nossa cara, o que significa dizer que deve acontecer de modo adequado e coerente com a nossa realidade, mas também com essa área, de natureza tão abrangente, que é a cultura.
Enfim, poderíamos continuar essa prosa por um longo tempo, relacionando o que precisamos ainda fazer, e uma série de características ou marcas comuns que nos aproximam, que nos fazem cidadãos conscientes, comprometidos com o desenvolvimento da terrinha, e orgulhosos de nossa condição rio-branquense - acreana – brasileira.
Mas vamos transferir o resto dessa conversa para a Conferência, onde nos encontraremos mais uma vez dispostos ao diálogo, bem situados e orientados, com a bagagem cheinha das muitas histórias do nosso movimento social, político e cultural, só pra manter a prosa no mesmo rumo, e com a mesma qualidade. Até lá, então.

Wednesday, July 29, 2009

Já pensou em escrever sobre turismo?

Você gosta de turismo? Que tal escrever sobre algo relacionado ao tema? A Câmara Temática de Turismo, do Conselho Municipal de Políticas Públicas, criará uma revista relacionada ao turismo acreano, através de recurso da Lei Municipal de Incentivo à Cultura deste ano.

Guias, matérias, curiosidades, entrevistas, fotografias etc. são algumas das atrações que você pode fazer para contribuir para a revista. Não é obrigatório que seja jornalista ou turismólogo para embarcar nessa. Para participar, basta entrar em contato enviando sua pauta através dos e-mails racheldourado@gmail.com ou helderjr.fgb@gmail.com.

Para aqueles que têm talento e querem um espaço para mostrá-lo, essa é uma excelente oportunidade!



http://culturarb.blogspot.com/2009/07/ja-pensou-em-escrever-sobre-turismo.html

Wednesday, September 3, 2008

TodOLadO dias 12 e 13 de setembro as 19h. na casa da Cultura de Teresina.





A Cia. Equilibrio de Dança apresenta o espetáculo "TodOLadO" nos dias 12 e 13 de setembro as 19h na Casa da Cultura de Teresina. A apresentação da inicio a comemoração de nove anos de formação da Cia. Equilibrio de Dança.


O trabalho tem coreografia de José Nascimento, criação da Cia. Equilibrio de Dança, no elenco: Kiara Liama, Karola Carvalho, Valdemar Santos, Elizabeth Battali e Cyantia Layana.

Convidados pela Cia. Equilibrio de Dança o cantor, compositor, poeta e jornalista Doga Oliveira, e o ator e jornalista Maneco Nascimento escreveram:

Todo lado por Dôga Oliveira:

Há corpos inertes por todo lado. Olhares melancólicos, pensamentos distantes, desejos incontidos, tristezas guardadas. Uma musica toca e anuncia o refúgio da solidão. Capítulos da vida repetidos. E seguem os corpos inertes por todo lado. Entre barras metálicas frias e oscilantes há uma verdade vigiada. Corações aflitos consumidos pela rotina. E como sonhos eclodindo em cada rosto esboçam-se movimentos. Suaves agora e depois agressivos, mas sempre graciosos. Corpos dançam por todo lado. E ainda há barras oscilantes entre os seres que dançam. Olhares frios cortam o ar. A sensação de se estar em um lugar que já fora seu outrora. Uma ação, um gesto, um grito já vividos. O repetir do sentimento como repetidas são as batidas do coração. Isto é todo lado. Inteiro e desconexo de sentido. Desejo do eu em sua condição humana. Todo lado é cênico, é ritmo, é vazio existencial já vivido ou revivido. Chance de encontrar a si mesmo. Um espelho para se rever e refazer-se a alma. Todo lado é o corpo que fala. Todo lado é o outro lado que já fomos, vivemos, sonhamos, contando da mesma forma e de muitas outras. Todo lado é um jogo cênico que culmina num abraço pressentido enquanto, outra vez, toca a mesma musica para que a vida seja rees


Todo Lado por Maneco Nascimento:

Não há quem, com bom senso, insista em dizer que não haja uma diversidade de novas propostas para o exercício a dança no Estado. Os novos maneios da brisa que a juventude canta e conta vem de uma geração de novos dançantes. Nos últimos dias 02 e 03 do ano em passos,o coreógrafo José Nascimento e a Equilíbrio, cia. de dança, apresentam a cidade o “TodOLadO”.

Espetáculo proposto para espaço alternativo, foi concebido e exibido na sala de ensaios da Casa da Cultura de Teresina. Não fosse só a novidade de atrair o público a local usado, a priori, a outras atividades afins, conseguir realizaram método pouco recorrente em espetáculos cênicos, de forma + assumida, com interatividade direta do público que espia a personagem que sofre a expiação. Tudo próximo, com a possibilidade do publico escolher o ângulo de onde pretendia acompanhar a performance do artista.

O cenário simples mais emblemático, móbiles a partir de canos de ferro galvanizado suspensos por linha distendida do teto davam a idéia de limites do dentro e do fora, por onde a platéia curiar a personagem e seu alter-ego, a personagem e seus desdobramentos refletidos em cadeia de movimentos. Cinco atores-bailarinos dividem em fragmentos planejados a vivencia, a solidão, o cinco em uno, os baixos e altos planos da media vida urbana nos círculos do ondular existencial. Há signos de amor, não-amor, prazer, intrigas. Láudano da periferia da alma humana sob os grilhões a fera animal.

A composição corporal impetrando a semântica a novos tempos; o estudo de figurinos intimista para os sóbrios e densos revezes do ânima; a pesquisa musical de variação sobre o mesmo tema e a densidade espacial dos corpos em expansão impressionista-expressionista marcam o croqui dramatúrgico. Dão ao grupo Valdemar Santos, Beth Battali, Kiara Lima, Bruna Coimbra e Cynthia Layana vida livre, longa e de estética continuada e plástica racionalizada. São quarenta minutos da mimeses do forte e do fraco, do masculino e do feminino, da imagem e do reflexo, do corpo e da alma, do dentro e do + dentro, mesmo que o de fato, forjando o retrato da cena revelando de todo lado. As inquietações humanas de qualquer um, que vivo, logo existencial.

Ponto para quem insiste no conflito, que em artes cênicas é moto-contínuo da manifestação teatral. Para quem não pôde acompanhar a estréia de “Todo Lado”, no inicio deste mês, não fique sem pernas. Mesmo para os que esperam conformados, poderão, em outra oportunidade apreciar um confortável laboratório de invenções de invenções da melhor humanidade.


A Cia. Equilibrio de dança vem ao longo de nove anos construindo uma historia de evolução na dança do Piauí, se mantendo no cenário como uma dos grandes detaques na dança local, nos ultimos anos vemos nos lançando em nivel nacional e participou de festivais em Belém, Fortaleza e Rio de Janeiro.


quando? dias 12 e 13 de setembro as 19h
onde? casa da cultura de Teresina-Piauí
quanto custa? 2 reais (estudantes e artistas) o dobro para publico geral.

contatos:
ciaequilibrio@hotmail.com
(86) 9994 1543/8814 8898
valdemaR santoS
elizabetH battalI
teresinA-piauÍ

Wednesday, June 11, 2008

Valdemar Santos Um Profissional do Piauí

Wednesday, June 4, 2008

Geoglifos da Amazônia



















O que é arte?
Serão os geoglifos obras de arte de civilizações passadas?
Na Amazônia - Acre foi encontrado formas geométricas, gigantes comparadas às linhas de Nazca - Peru, o que ninguém ainda sabe é como surgiram, qual era a utilidade para quem as fez...
A visualização só é boa quando sobrevoamos a área. Tirei umas fotos das valas.

http://www.geoglifos.com.br/





Tuesday, April 1, 2008

29.02.2008











26.02.2008

COMER EMPANADAS


Humita en chala

Para 12 humitas

Ingredientes:

18 choclos
1 1/2 cucharada de grasa
1 taza de azúcar
1 taza de leche

Preparación:

1. Cortar los choclos de la planta, separarlos de las chalas, limpiarlos y lavarlos, pasarlos por un rallador fino.

2. Freír una cebolla en la grasa, agregar el choclo rallado, el azúcar y sazonar con sal mezclado hasta que tome un tono dorado.

3. Agregar la leche y cocinar a fuego suave para que el grano se cocine y espese y tenga una consistencia de pasta.

4. Dejar enfriar, tomar 2 hojas de chala colocar cruzadas y el medio poner dos cucharadas del maíz en pasta.

5. Cortar tiras de chala de 2 cm y atar las humitas como paquetes (esta operación de envolver se hará con cuidado para que al cocinarse el agua no penetre en el relleno).

6. Colocar en una cacerola con agua caliente, y cocinar 30 minutos a fuego suave.

7. Al tocarlas se nota que el relleno ha endurecido y las humitas están listas.

25.02.2008



THOMAS

24.02.2008


















23.02.2008

Caminhar no meio de uma tempestade, perto dos relâmpagos, perto dos trovões, perto da montanha.

22.04.2008

Viajar até Mendoza. De lá até Uspallata, fronteira com Chile, região de montanhas e valles, neves eternas. A vastidez do continente imenso. Tudo imenso, tudo exagerado, continuam algumas impressões do Brasil. A fisionomia geral das pessoas vai mudando, as montanhas vão subindo. Aridez geral, mas ao mesmo tempo é uma aridez totalmente diferente do Nordeste do Brasil. Aridez de montanha, sente-se o ar gelado na cara e isso muda totalmente a pele. Sente-se a presença calma e silenciosa mas constante do tecto da América, Aconcagua a quase 7000m de altitude.

21.02.2008

Escutar os passos da Catarina em Buenos Aires, parte 3.

MALBA - Colleccion Constantini
TEXTOS

Wednesday, March 12, 2008

N.B.P de Ricardo Basbaum


Ricardo Basbaum esteve em Rio Branco - Acre, julho de 2006 com essa proposta, VOCÊ GOSTARIA DE PARTICIPAR DE UMA EXPERIÊNCIA ARTÍSTICA? na oficina Eu x Você: jogos, exercícios, coreografias... Após a oficina recebemos de Ricardo o objeto N.P.B (Novas Bases para a Personalidade) Dai não faltou criatividade para propor experiencias.


Elaboramos um projeto que foi aprovado pela Lei Estadual de Incentico à Cultura e executamos o projeto Ações e Reações, inspirados pelo objeto N. B. P criado pelo artista Ricardo Basbaum. A missão da exposição é promover uma situação de autoria compartilhada, isto é, uma interação entre o público e a peça (N.B.P.), e telas criadas por 16 artistas acreanos para o público com deficiência visual. O participante será responsável pelas decisões do que irá fazer em relação à experiência proposta, explorando assim, diferentes leituras e modos de ver.
A exposição iniciou ontem, 11 de março às 17h na Usina de Arte João Donato, galeria Chico Silva e ficará até dia 20 de março de 2008.
A Usina de Arte disponibilizou o ônibus para buscar alunos e professores do Centro de Apoio ao Deficiente Visual – C.E.A.D.V. às 16h30min e retornaram às 20h

Wednesday, March 5, 2008

"Mais do que as cores, são as pessoas..."
Essas que vão e vem em termos muito particulares,
De forma muito positiva,
Na cabeça de cada um...
Depositamos insistências onde não há...
Entre piscadas e intonações e momentos que não precisam de explicações,
Passamos pela frente, por trás, no entorno...
E percebemos (nem sempre) a simplicidade do encontro,
Que nos alucina, nos encanta, nos ensina!
Nos faz olhar para dentro de nós,
Nos fazendo esquecer um pouco o que está por fora...
Esse "fora" que é apenas consequência das transformações ocorridas no interior...
Pelo silêncio, através do tempo, em maneiras diversas...
Saudades e boas lembranças!!!

Sunday, March 2, 2008

Preparo...Intervenções





Atores preparando-se para fazer intervenções na Usina de Arte João Donato e na redondeza.

Friday, February 29, 2008

DIA 167 - 28 FEV

QUERO MORRER NO SAMBA... NUMA CADENCIA BONITA DA BAMBA... QUERO MORRER NUMA BATUCADA DE BAMBA... NA CADENCIA BONITA DO SAMBA.QUERO MORRER...
QUERO MORRER...
...NA CADENCIA BONITA DO SAMBA

Sei que vou morrer, não sei o dia, levarei saudades da Maria
Sei que vou morrer, não sei a hora, levarei saudades da Aurora
Quero morrer numa batucada de bamba, na cadência bonita do samba
Mas meu nome ninguém vai jogar na lama, diz o dito popular:
Morre o homem fica a fama
Quero morrer numa batucada de bamba, na cadência bonita do samba

Monday, February 25, 2008

DIA 166 - 27 FEV











mais do que as cores, são as pessoas

DIA 165 - 26 FEV



DIA 164 - 25 FEV

ONCE AGAIN... LAST ONE... aaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
AAAAAAAAAAhhhhhhhhhhhAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH...
uuuuuuuuuuhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh... AH! AH!AH AH AH AH...
ONE , TWO, 3, 4
aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhHHHHHHHHHHHHHHHHHHH
HHHHHHHHHHH... uh uh uh uuuueeehhhhhhhh

Sunday, February 24, 2008

OFICINA DE BODY ART e PERFORMANCES - Rio Branco - Acre - Brasil

Performances de Body Art e interferências em espaços públicos.
Artistas das artes visuais e cênicas - Exercícios.
Usina de Arte João Donato.

DIA 163 - 24 FEV

Drawing Restraint 9 - Construction Dance

ACORDA DE CAMARÃO

encontro de artistas sobre BERTOLT BRECHT

encontro SINTOMA

domingo em SÃO PAULO

domingo de manhã há centenas de anos atrás

Saturday, February 23, 2008

pauta home-made_

pulverizar agua-de-fumo nos vegetais dos três andares.

DIA 162 - 23 FEV

a performance apresentada na Avenida Paulista:
ALGO ESTÁ MAL NESTES NÚMEROS ENQUANTO SE É CANTORA LÍRICA
a performance possível em qualquer décimo quinto andar:
AULAS DE PIANO
TAQUICARDIA EMERGENTE EM CADA DIA
O MORCEGO ENTALADO NA GELADEIRA

"O FEMININO NA DANCA" no Centro Cultural São Paulo
Quimera criação e interpretação: Érica Tessarolo - orientação artística: Marisa Lambert - criação e produção musical: Daniel Dias - concepção de luz e figurino: Érica Tessarolo e Marisa LambertO solo enfoca, no corpo, aspectos do mito.

Pés descalços caminham calados criação e interpretação: Candice DidonetSolo que aborda como a mobilidade do corpo é afetada pela instabilidade presente nas relações em nossos contextos socioculturais.(12 anos, 30min)



Friday, February 22, 2008

DIA 161 - 22 FEV


CURITIBA
.
RIO DE JANEIRO
.
CURITIBA
.
FOZ DO IGUAÇÚ

(LADO BRASILEIRO)
(LADO ARGENTINO)
.
BUENOS AIRES
.
SALTA

.
JUJUI

.
HUMAUACA

.
IRUYA

.
ABRA PAMPA

.
SALTA
.
LA QUIACA

.
VICHASSON
.
UYUNI
.
LA PAZ
.
COPACABANA

.
LAGO TITICACA
ILHA dO SOL
.

CUSCO
.
ÁGUAS CALIENTES

.
MACHUPITO

.
OLLAMTENTAMBO

.
URUBAMBA
.
CUSCO
.
PORTO MALDONADO

.
RIO BRANCO

.
SALVADOR DA BAHIA
.
AREMBEPE
.

CHEGUEI A SÃO PAULO
VIVO NO DÉCIMO QUINTO ANDAR COM DUAS PESSOAS, UM REDE DE CASAL, UM PIANO E UMA CASA DE BANHO/GALERIA AZUL COM MAPAS DA CIDADE.
tentar reter as películas:

TURN - runa islam

KRISTAL 2006- christoph girardet e mathias muller

BLANCH-NEIGE LUCIE - pierre huyghe

INVISIBLE FILM - melik ohanian

BODY DOUBLE 21 - brice dells perger

LIVE THROUGH THIS - carola spadoni

SPIELBERG'S LIST 2003 - omer fast

AIWA TO ZEN - candice b reitz
THE JUNGLE BOOK PROJECT 2002 - pierre bismuch
(expo COLATERAL - QUANDO A ARTE OLHA O CINEMA - sesc s.paulo)


Banksy.....

Wednesday, February 20, 2008

20.02.2008

Escutar os passos da Catarina em Buenso Aires - parte 2

Museo National de Bellas Artes, conhecer os trabalhos de:
Jesus Rafael Soto
Liliana Porter
Juan Pablo Renzi
Victor Grippo
Fermin Eguia

(faltam fotos)


Presenciar um eclipse de lua e celebrar a sua forca.

19.02.2008

Escutar os passos da Catarina por Buenos Aires - parte 1

(faltam fotos)

Palais de Glace
Laberinto/Instalation - Linda Kohen

Obras del Patrimonio III
1959-2007/Blanco y Negro

Centro Cultural Recoleta
Escuela Argentina de Fotografia

Edgardo Cozarinsky

Nicolas Mastraccio

Nora Cherñajousky - La Ola

Desplazamientos y Fusiones - pintura e fotografia

18.02.2008

passeio por Buenos Aires e caminho e caminho. Sem ser vista ou em modo visivel. Vejo o que esperava ver e sou muito surpreendida. A cara das pessoas, tao diferente das dos Bahianos. Criancas a brincar no meio da rua, buenos aires no verao, outros instantes fazem-me pensar em flashes de tiras da Mafalda. Tenho flashes de outras cidades onde ja estive, europeias ou nao. Flashes que iniciam a conclusao da minha viagem. Caminhar por Buenos Aires, entrar em livrarias e sair em pracas, tantas influencias distintas e tudo tao plano, tao diferente. Penso na Catarina e na sua pergunta: ¿COMO TRADUZIR ESTA BUENOS AIRES?

17.02.2008



Cheguei a Buenos Aires

16.02.2008

Sao Paulo em algumas horas, o caos de mudar de cidades em pouco tempo. Reencontrar familiares, conhecer familiares. Av. Paulista, Liberdade, centro. Uma cidade vista do interior de um carro blindado.

15.02.2008

SOLAR DO UNHAO

(falta foto)

Tuesday, February 19, 2008

DIA 160 - 21 FEV


NAO GOSTO ASSIM TANTO DE DANCAR COM OUTRAS PESSOAS. NÃO QUERO QUE ME PUXEM, NEM QUE ME ABRACEM, NEM QUE ME CHAMEM DE querida OU meu amor.
QUANDO SE ESTÁ NA ÁGUA, PODER-SE-à BOIAR COM OS MAMILOS APONTANDO O CÉU.
ou,DENTRO DE ÁGUA, O IDEAL SERÁ BOIAR VIRADA/O PARA BAIXO, OLHOS E OUVIDOS ATENTOS AO VÁCUO CRIADO PELOS BURACOS DO CORPO E AO VÁCUO EM SI. TODO O VÁCUO EXISTENTE QUE, JÁ SÓ POR SI, É UMA DELÍCIA.

DIA 159 - 20 FEV

perdoem-me a sinceridade, VIVAM TODOS OS MAMÕES À FACE DA TERRA!
sete horas de estudo sobre propagacão de som épico.

DIA 158 - 19 FEV


primeiro dia de silÊncio. de três dias de silêncio.
transformo-me no som de NAPA, penso em peixe crú e tenro.
choro o som de NAPA. choro com toda a melancolia do mundo. evaporo-me da agitação do pelourinho. sou ar e espelho, não mais do que isso. penso na joana que deve andar por aqui. penso na carolina e na flávia. tenho o estômago colado às costas e atrás de mim, sofia coloca as suas mãos nas minhas escápulas, enterrando calor até ao tecido dos pulmões.
sara, quando te volto a ver?
as igrejas do horizonte são de marfim. às nossas perucas, costurei durante o sono, flores dissimuladas.
no lugar do cérebro, tocam orquestras inteiras, baihanas, jamaicanas.
Para onde nos levam?

www.myspace.com/napa

Estudo sobre o corpo n° 0224




Estou em gestação de um trabalho solo "Estudo sobre o corpo n° 0224" autobiografico, abordo nele temas relevantes na minha experiencia e vivencia com corpo em doze anos de estudo do meu corpo, também da observação do corpo alheio.

Estudo sobre o corpo nº 0224

Monday, February 18, 2008

DIA 157 - 18 FEV

DANÇA DO NASCER DA LUZ.
PRIMEIRO BANHO NAS ÁGUAS DO MAR DA BEBÉ AIA, ACOMPANHADA POR MANUELA, CATARINA, MINNA E MARIA OU OITO BRAÇOS FEMININOS.
DURANTE O LUAU, DANÇAR PELA AREIA BRANCA EVITANDO SAPOS E COBRAS. DISTINGUIR A VELOCIDADE DO CORPO DA VELOCIDADE DO PENSAMENTO.
DEIXÁ-LOS IR.
COMPREENDER DIFERENTES SUPERFÍCIES DE LUZ.
somos guaxinins numa LUTA DE FACAS.

DIA 156 - 17 FEV

PERCURSÃO AQUÁTICA PELA madrugada.
SOMOS HIPOPÓTAMOS EM ÁGUA DOCE.
SOMOS TARTARUGAS EM ÁGUA SALGADA.
PERCURSO DA ESTRADA VERMELHA A UM, PELO luau.

DIA 155 - 16 FEV

SOMOS CROCODILOS EM ÁGUA DOCE.
SOMOS PEIXES LOBO EM ÁGUA SALGADA.
O PERCURSO DA ESTRADA VERMELHA A DOIS.
dançar a possibilidade de luar

DIA 154 - 15 FEV

NÃO DEIXAR RASTO
ARAMBEPE: LINHAS DE COQUEIROS MARCAM A DIFERENÇA DO SABOR DA ÁGUA. GEMEM OS CAVALOS/ GUINCHAM OS CAVALOS.

DIA 153 - 14 FEV


Kristofer Krarup to me show details Feb 14 (4 days ago)

Dear Catarina. I'm not so found of the meeting sites, specialy not if in portuguis.
But never the less. Here I´m right here, right now in old Denmark.
Hope you are fine doing interresting stuf. See you soon in Denmark?
Lots of love
Kristofer Krarup
....

Thursday, February 14, 2008

14.02.2008

FAMÍLIA
A MELHOR RAZÄO PARA DIRIGIR DEVAGAR
PROBLEMAS?
JOELHO NO CHÄO, JEJUM E ORAÇÄO


Estrada Camamu - Itaparica

13.02.2008

Ser rodeada, estar dentro de um cardume com milhöes de peixes. Compreender o seu movimento, organicidade e organizaçäo. A massa que decide e que se move. A massa que compreende a minha esfera de movimento e näo entra dentro dela, mas que forma uma espiral a minha volta, em todas as direcçöes e dimensöes. De repente, pode sair um braço da massa e, ou inicia uma nova corrente, ou volta para trás. Há movimentos que se revesam e alternam sem que todo o cardume se mova. As partes que fazem o todo Alternância e rotaçäo. Decisäo dentro de um cardume de peixes.

12.02.2008


Acçäo: penetrar no manguezal, pelo espaço entre



Wednesday, February 13, 2008

DIA 152 - 13 FEV

the cut ups william burroughs antony balch 1966

sou um culibri enganado por uma flor de plástico e água açucarada

DIA 151 - 12 FEV

FAZER REFEIÇÕES EM CONTRA LUZ.
ENTRAR EM CONTACTO COM FORMAS RELIGIOSAS E RITUAIS INERENTES.
DANÇAR NO ESCURO SOBRE RASGOS DE LUZ. OBSERVAR A ILUMINAÇÃO DO MUNDO.
ASSISTIR A CONCERTOS EM TONS DE VERDE E BALANÇAR A BUNDA DE UM LADO PARA O OUTRO.

DIA 150 - 11 FEV

CONVIDAR MULHERES A APANHAR BÚZIOS A MEU LADO. PERNAS ESTICADAS E BUNDA AO SOL.
CONVIDAR PESSOAS A SENTAR-SE A MEU LADO, EM VIAGENS MAIORES DE 15 MINUTOS.
CONVIDAR DESCONHECIDOS A EXPERIMENTAR BEBIDAS CONHECIDAS.
SENTIR UMA ENERGIA EXAGERADAMENTE MACHISTA E IR PARA CASA VER UM FILME COM AMIGOS.

DIA 149 - 10 FEV

LAVAGEM DE GANTOIS
LAVAGEM DE GANTOIS
LAVAGEM DE GANTOIS
DA IGREJA DE S.LÁZ
ARO AO ALTO DE GAN
TOIS. SE TE PERDER
ES VOLTA PARA TRÁS
.APANHA O ELEVADOR
E QUANDO CHEGARES,
DOIS PARA A DIREIT
A,DOIS PARA A ESQU
ERDA E SAMBA NAS A
NCAS. DESPREENDER-
SE DAS ANCAS COMO
SE NADA FOSSE.RESP
EITAR MÃE DE SANTO
MAS NÃO PROVAR DEL
ÍCIAS TRABALHADAS.

DIA 148 - 9 FEV

MISTURE UM POUCO DE ÁGUA DE MAR AQUECIDA EM RESTOS DE ACAREJÁ OU ABARÁ. ENVOLVA UM POUCO.
URINA DE CÃO, VENTOS LLAMA. BÚZIOS AO SOL, CERVEJA DERRAMADA, CACHAÇA PERDIDA OU ACHADA, CIGARROS MAL APAGADOS E MACONHA MAL ESCONDIDA. DANÇAS QUE NÃO PRIMAM NA SINCERIDADE E PÉ DESCALÇO NA AREIA QUE FERVE NA PANELA DA BAIHANA. MUITO OI, OLA, HOLA ENQUANTO SE ATRAVESSA AS RUAS DE ODORES DE LEITE COCO OU PODRE.
AMASSE E ESPERE DOIS DIAS, ESTE É O CHEIRO DA BAHIA.

Tuesday, February 12, 2008

o método do desentupidor na lavagem das roupas revoluciona tua vida



Monday, February 11, 2008

09.02.2208



Concerto Teatro Sesi, Rio Vermelho, Salvador.
Todo o dia de Sábado tem.

08.02.2208

Reencontros e resoluçoes.

07.02.2008










Capäo, Chapada Diamantina

06.02.2008




Na Comunidade Alternativa de Campinas, Capäo, Chapada Diamantina.

05.02.2008

Cena de conversa com Fred

A importância das maos, é importante a gente cuidar de nossas maos e nossos pés. As maos sao muito importante... Por isso é que as pessoas que trabalham com as maos sao boas, os padeiros, por exemplo. Só com as pontas dos dedos nao é bom. Computadores. Você gosta de computadores? É da sua geraçao, nao é?

04.02.2008

Todo o meu corpo pulso, a força do sangue nos músculos, ossos e por todo o corpo. Tocar maos com pés para conseguir respirar. Sentir-me totalmente perdida. Chegar numa aldeia na Chapada Diamantina doente e ser salva na casa de Mauro e Vanina, Natàlia, Martin e Ilaíra, mistura de argentinos, uruguaios e uma pequenina brasileira.

03.02.2008



Carnaval, Salvador dia 4

O dia em que tudo mudou, o meu avô fez anos e eu fui para a Chapada Diamantina.

02.02.2008



Carnaval, Salvador dia 3
Festa de Iemanjá, Rio Vermelho

01.02.2008



Carnaval, Salvador dia 2

31.01.2008



Carnaval Salvador dia 1

30.01.2008





Acontece numa gare de autocarro, vasta: encontrar um grupo, grande, de conchas espelhadas e espalhalas deliciosamente em pequenos grupos por toda a gare.












27.01.2008

Dia dedicado à Ana, ou minha mae, que faz hoje anos.

26.01.2008



Butch Cassidy and the Sundance Kid (1969); George Roy Hill; Paul Newman, Robert Redford, Katharine Ross.

25.01.2008




Penedo

24.01.2008




elemento: água e terra

23.01.2008



22.01.2008





Elemento: areia e água

21.01.2008



Mangue Seco

20.01.2008


19.01.2008

Cenas de um casal improvavel

Ele é pequenino e passa o dia varrendo. Ela é grande e vestida de matrona romana. Tem sempre as costas nuas e a camisa vai descendo de um ombro e de outro, à vez.

Todas as manhas, ela liga o rádio numa ponta da casa. Vai para a outra ponta passar a ferro cantando bem alto todas as músicas que a rádio canta, um segundo exacto antes do cantor as cantar.

Enquanto isso, ele varre sempre no andar de cima.

18.01.2008



17.01.2007

Lavagem do Sr. do Bonfim da Bahia

(falta curta metragem)

16.01.2008



Dona Flor e seus dois maridos, na Fundaçao Casa de Jorge Amado, Salvador

15.01.2008






Quitéria

Saturday, February 9, 2008

DIA 147 - 8 FEV

QUEBRA DE SILÊNCIO. MERGULHO PROFUNDAMENTE EM BOSSA NOVA. BOSSA NOVA. BOSSA DOCE NOVA.


DIA 146 - 7 FEV

NOITE DE TROVOADA.
DIAS DE SILêNCIO.
DIAS DE SUSPENSÃO.

DIA 145 - 6 FEV

TWO NEGERS KILL ONE NEGER FOR LOVE. WHY?

DIA 144 - 5 FEV

MEIO DIA DE CARINHO, GRITOS, GRITINHOS, FESTAS SURPRESA, GEMIDOS E PASSOS DE DANÇA EMBRUXADOS.

início da época: DIAS DE SILêNCIO. NÓS E AS VACAS.
(falta desenho)

Friday, February 8, 2008

Curso de investigação do Movimento para a criação em artes performativas

Curso de investigação do Movimento para a criação em artes performativas

O R I G A M I
UNIÃO DE VÁRIAS PESSOAS PARA CRIAR
Vamos aprimorar a percepção do que o corpo comunica enquanto move-se! Vamos?
Vamos nos aproximar daquilo que mais gostamos de fazer, daquilo que mais nos interessa (...)
Vamos oferecer um ambiente onde seja disponível trabalhar o imaginar, o criar, o correr, o mover, o dançar, o jogar, o escrever, o desenhar, o cantar, o fazer filme, o fotografar, o deixar que as configurações sejam conforme elas queiram... Elas quem?
AS SUAS VONTADES... VENGA!!!

A partir de 19 de fevereiro até 05 de julho de 2008.
Os encontros acontecerão: 3ª e 5ª das 14h às 16h
6ª das 9h às 11h
Carga de trabalho: 110 horas

Incrições até o dia 18 de fevereiro de 2008.

Orientadoras permanentes do curso: Juliana Adur e Juliana Alves
+ Profissionais convidados de diferentes áreas

-- Vila Arte Espaço de Dança - Rua Saldanha Marinho, 76 / sala 3entre a Catedral e a Rua do Rosário / Curitiba/ Brasil


Contatos

+55 041 32338034

Wednesday, February 6, 2008

para pensar sobre o corpo como endereço é necessário chegar até

Rio de janeiro >>>>> Lapa >> Loves House - Escadaria Selaron >>>>RELEVO inclinado >>>>> Pegar a esquerda na Encruzilhada / a sensação de Entrar >>sem cima os micos >>> Seguir até o fim da Rua >>>> jogar uma moeda na LATA AMARELA >>????>>>> tirar fotos do centro vazio (as banheiras e arvores crescidas entre duas calçadas e o conceito de centro vazio falado por j. cage ) >> de frente para o portão apreciar o Barranco


Monday, February 4, 2008


É CARNAVAL


DIA 143 - 4 FEV

POEMA










ações de interface vegetal

1. posicionar-se perto de uma planta, aquietar o corpo, olhar fixamente

Sunday, February 3, 2008

DIA 142 - 3 FEV


Tehching Hsieh

Saturday, February 2, 2008

DIA 141 - 2 FEV



DIA 140 - 1 FEV

ALGUMAS PROEZAS DE MACGYVER:
1. Deteve 1 vazamento de ácido sulfúrico com uma barra de chocolate.
2. Desarmou um míssil com clipes de papel.
3. Sabotou um sinal de trânsito com cartões de crédito usados.
4. Provovou uma explosão misturando num balde sabão, açúcar, sal e germicida.
5. Montou uma solda eléctrica com duas moedas, um gerador e cabos de bateria.
6. Consertou um fusível com papel laminado e goma de mascar.
7. Transformou em estilinue o guidom de uma bicicleta e uma câmara de pneu usada.
8. Abriu um par de algemas usando apenas um brinco.
9. Construi um detector de mentiras com um medidor de pressão e um despertador.
10. Fez explodir fogos de artifício usando a luz do sol e a lente do seu relógio.
11. Recarregou uma bateria utilizando vinho.
12. Criou uma bomba com cápsulas de remédio e sódio metálico.
13. Tapou um buraco no radiador do carro com um ovo frito.

in Almanaque anos 80 - Luiz André Alzer e Mariana Claudinho

dois de fevereiro dia de yemanjá

Friday, February 1, 2008

cartografias estéticas

Por Antonio Maura

¿Podría ser el arte brasileño contemporáneo un escaparate estético del gran país americano de la misma forma que lo ha sido en las últimas décadas su música popular? Esta y otras cuestiones parecidas han surgido en el curso, que, sobre el arte en Brasil, se ha impartido el pasado mes de julio por la Universidad Complutense en El Escorial. A esta ciudad, en las cercanías de Madrid, se retiró Felipe II, monarca que reinó sobre las dos orillas atlánticas, sobre las actuales España y Portugal, así como sobre los países que hoy componen América Latina y sobre Brasil. En lo alto de la ciudad, sobre los pinares y las villas, las callejuelas tortuosas y empinadas, la Colegiata y sus edificios adyacentes, se reunieron algunos de los críticos y artistas más reconocidos del ámbito brasileño y español. Tenían como misión desentrañar el pasado y el presente: las formas que dejaron huella y los nombres del arte brasileño más actual.


Fernando Cocchiarale, profesor de la Universidad de Rio de Janeiro y conservador de su Museo de Arte Moderno, ofreció una panorámica de la expresión plástica brasileña desde el modernismo hasta la década del 80. Explicó cómo surgió en Brasil, acompañando los difíciles avatares políticos que han caracterizado la historia de Occidente el pasado siglo, una forma de arte que abandona la denominada “ventana renacentista” –marco que centra una imagen pictórica: moldura y corsé que aprisiona, por tanto- para desarrollar las artes cinéticas, el arte tecnológico o la expresión del cuerpo como forma de articular el caos. Así, tras un paso obligado por el concretismo posmodernista, que fuera un “servicio militar de la forma”, en la feliz expresión de Cocchiarale, surgen las figuras de Lygia Clark, Hélio Oiticica o Lygia Pape, entre otros, quienes plantearon una nueva manera de enfrentarse al hecho artístico y una distinta forma de participar con las formas expresivas del artista. Lygia Clark se sitúa en la frontera entre lo escultórico y lo cinético con sus objetos relacionales como fueron sus “bichos” y, más tarde, intenta fusionar arte y psicoanálisis al defender que la memoria pre-verbal está retenida en el cuerpo y es éste, digamos, su espacio, así como el origen de nuestras actitudes vitales inconscientes. Hélio Oiticica, por su parte, con sus instalaciones exige la participación activa del espectador, ya no sólo como consumidor o visitante ajeno al hecho artístico, sino como elaborador semántico que, junto con el propio creador, ha de ser capaz de dar contenido a la propia manifestación artística. Sin embargo, Lygia Pape plantea en sus obras la siempre conflictiva relación entre arte y vida, colectividad e individuo, tradición y actualidad, sagrado y profano. De estos polos contrapuestos y complementarios nace su interés por las culturas indígenas, especialmente la de los Tupinambás, y la elaboración de las túnicas/mantos de los Ianomani. Estos tres artistas provocaron con sus obras, con sus experiencias vitales y estéticas, la ruptura con la denominada “ventana renacentista” y plantearon un nuevo concretismo, una nueva objetividad. Esta vanguardia, por otra parte, ajena a los “ismos” de corte europeo y norteamericano, tiene una íntima relación con lo popular. Prueba de ello es que una obra como “Tropicalia”, de Hélio Oiticica, se convirtiese en bandera de enganche de una generación de cantantes e interpretes musicales brasileños bajo el liderazgo de Caetano Veloso. Fernando Cochiarale mostró en su presentación dos trabajos emblemáticos de lo popular y de la vanguardia aunados por el desacato civil contra la dictadura en la década del setenta. Uno de ellos se debió a Artur Barrio y tuvo lugar en las proximidades de la sede, donde se celebraba una muestra internacional de arte, en el estado de Minas Gerais. El artista empaquetó vísceras de animales para arrojarlas a un río próximo y provocar así una inevitable comparación entre animal y hombre bajo un estado dictatorial, entre tortura y descuartizamiento, que servirá para la alimentación de un régimen de opresión y terror. Aquellos paquetes flotaron en las aguas y fueron recogidos y abiertos por los servicios de seguridad, que nunca llegaron a entender el significado de aquellas cruenta matanza de animales. El espectador, sin embargo, no pudo evitar hallar determinadas similitudes entre esta actuación y la situación política que estaba sufriendo. El segundo trabajo, de Cildo Meireles, consistía en distribuir el lema “yankis go home” en botellas de cocacola recicladas. De ese modo, el consumidor del producto norteamericano recibía un mensaje contradictorio entre el contenido y el continente de la conocida bebida. En ambos casos, el arte actuaba como ariete de denuncia y entraba a formar parte de la vida de la gente cumpliendo el objetivo que proponía Hélio Oiticica de dirigirse a la calle.

A partir de la década del noventa, tras el reencuentro con la democracia y la producción de una obra para el disfrute visual, se plantea la gran cuestión de nuestro tiempo: ¿Es posible hablar de una expresión nacional en un mundo global que promueve la disolución de las fronteras? Para responder a esta pregunta, Moacir dos Anjos, comisario oficial de Brasil en la Feria de ARCO-08, defendió el arte de las “gambiarras” como expresión de lo propiamente brasileño. Las “gambiarras” suponen relaciones clandestinas con la realidad y son una forma de respuesta a situaciones vitales. Mientras que Alexandre da Cunha junta piezas cotidianas diversas, ajenas unas a otras, para construir nuevos objetos artísticos de plasticidad innegable, las invenciones y estructuras de Marepe (Marcos Reis Peixoto) invitan a un juego donde la realidad tiene que volverse a interpretar y esta nueva comprensión no está verbalmente definida, como una máxima o una cita, sino que ha de surgir a partir de un movimiento mental y físico, que ha de realizar el espectador. Por su parte, Marcelo Cidade, al caminar por las instalaciones de una gran muestra de arte, como fue el caso en la Bienal de São Paulo del año 2006, con una mochila con desinhibidores de ondas de telefonía móvil, que provocó interferencias y evitó las comunicaciones de los visitantes, provocó una reflexión en forma de dilema: ¿se trataba de ver una muestra de arte contemporáneo sin ser interrumpido por una llamada telefónica o más bien de que el espectador viese interrumpida su propia vida por la propia exposición? Este tipo de intervenciones de tipo social o político nos hacen meditar tanto sobre nuestros objetos cotidianos como sobre nuestras dependencias vitales y los comportamientos que suscitan. En la opinión de Moacir dos Anjos, las “gambiarras”, al incorporarse al mundo comercial en cuanto objetos de arte, apaciguan también las tensiones sociales. Es decir, que si sirven como objetos de provocación o de reflexión en un principio, acaban por volverse artículos de consumo y pierden, por tanto, su mensaje inicial. Son piezas o actuaciones artísticas contradictorias en sí mismas y, en consecuencia, expresión de nuestro tiempo. Si ello ha sido posible en Brasil es, sin duda, debido a una tradición que tiene su origen en Hélio Oiticia y en Cildo Meireles, cuyas obras “Babel” –torre de transistores de radio encendidos- o Mar –simulacro de océano transportado a la sala de exposiciones-, prefiguraban esta explosión creativa que Brasil muestra actualmente en el contexto internacional.

Santiago Olmo dibujó una trayectoria similar en el campo de la fotografía. Para éste crítico español el arte fotográfico brasileño quedaría definido, en su diversidad y pluralidad, por un conjunto de tensiones: entre lo local y lo global, entre lo rural y lo urbano, entre la apertura hacia el exterior y la reflexión crítica sobre el propio país, entre la innovación del lenguaje y la necesidad de documentar los hechos humanos. Fruto de esta dualidad son también las dos líneas de creación de imágenes fotográficas que, en la opinión de este crítico, definirían el panorama estético brasileño en este ámbito. Estas dos líneas podrían ser denominadas como documental, representada en sus orígenes por los trabajos de Pierre Verger, y como experimental, que reflejaría la obra de Geraldo de Barros. Si el primero llega al estado de Bahía para retratar a sus habitantes y acaba por ser el nexo de unión entre África y Brasil, el segundo, que forma parte de grupo que desarrolló el movimiento concreto en Brasil, diseña imágenes donde el ritmo y la armonía plástica son el objeto, así como es la propia fotografía su materia de trabajo y estudio. Dos campos, por tanto, bastante diversos, ya que si en un caso la cámara es un utillaje para acercarse a la realidad, en el otro es el propio argumento del arte.

Siguiendo el doble camino propuesto, el crítico español examinó la obra de Mario Cravo Neto de quien dijo que su objetivo no es tanto la estricta documentación, sino fundamentalmente su análisis de los grandes símbolos de la cultura afrobrasileña. En esta reflexión destaca especialmente la manera de depurar la realidad a través de la estilización de las imágenes, del uso del blanco y negro, y de su forma de retratar los cuerpos, que acaban por transformarse en esculturas o, si se quiere, en símbolos de lo sagrado. En las últimas obras de Cravo Neto, Santiago Olmo señaló la aparición del color y su alejamiento del cuerpo como temática, lo que supone un avance hacia la abstracción. En este sentido, los detalles elementales, semejantes a los átomos que constituyen la materia, explican tanto la ciudad como la vida de las gentes que la habitan. Sin embargo, la cámara fotográfica de Miguel Rio Branco se expresa en una crítica social sin ambages. Sus trabajos sobre la prostitución en Bahía o sus instantáneas realizadas en una academia de boxeo denuncian determinadas actividades que esclavizan a hombres y a mujeres.

En la línea de la experimentación, el crítico español señaló la obra de Rosângela Rennó y se centró en los trabajos presentados recientemente dentro del programa FhotoEspaña. En mi anterior columna, Juegos del espacio-tiempo. Las visiones fotográficas de Rosângela Renó, ya daba cuenta de esta exposición y, por ello, no abundaré en la misma. Sólo indicaré que para la artista mineira el asunto no es tanto el recuerdo, sino la indagación en el sentido y objeto de una memoria colectiva, que bien se ha perdido definitivamente, bien se ha extraviado en los laberintos de los archivos fotográficos.

También en esta misma línea de trabajo se hallaría la obra de Vik Muniz, que reflexiona sobre los iconos de la cultura occidental con un humor, muchas veces transformado en sarcasmo, sin que por ello se pierda el ansia por la experimentación que ha caracterizado sus trabajos. Como ejemplo de ello, Santiago Olmo mostró sus retratos de azúcar, caramelo o chocolate, donde lo publicitario, lo alimenticio, lo histriónico y lo testimonial se aunaban para mostrar con un guiño siniestro las pautas de conducta de una sociedad consumista y vacía.

La extraordinaria efervescencia creativa brasileña es, para el crítico de arte español Fernando Castro, comparable a la española por lo que propuso el diseño de exposiciones duales de artistas españoles y brasileños que pudiesen exhibirse tanto en Brasil como en España. Estas parejas de artistas podrían dialogar así en el seno de una muestra con sus propias imágenes y sin necesidad de articular una sola palabra. Aunque, por otra parte, éstas podría ser muy útiles a la hora de conocer sus procesos creativos y sus intereses concretos. Este juego de parejas, según proponía el crítico español, podrían ser, entre otras, las formadas por Isidoro Valcarcel Medina con Hélio Oiticica, Nacho Criado con Cildo Meireles, Eva Lootz con Lygia Clark o Luis Gordillo con Anna Bella Geiger.

Alberto López, director de la revista Lápiz, quizás la más prestigiosa publicación española en esta materia, ofreció un panorama del mercado del arte, de las ferias internacionales y de las galerías en las que día a día está representado más y mejor el mundo brasileño.


Este curso ha contado además con dos figuras de excepción: la artista brasileña Anna Bella Geiger y el pintor español Carlos Franco. La primera presentó un libro acerca de su obra organizado por uno de los codirectores del curso, Adolfo Montejo Navas, y habló de sus inquietudes estéticas, de la plasticidad de los mapas donde se inscribe no sólo nuestra experiencia personal, sino la de los países y de la sociedades, así como de su magisterio y su aprendizaje con algunos de los más grandes artistas del siglo XX como fueron Fayga Ostrower o Joseph Beuys. Carlos Franco, que ha vivido largas temporadas en Bahía, explicó cómo en el mundo de los orixás ha sabido encontrar el aliento mágico de una cultura chamánica que tanto tiene que ver con sus motivaciones personales. Otro aspecto que destacó fue el multiculturalismo y la tolerancia tanto hacia las formas diferentes de pensar como de actuar o de vivir. Este mestizaje mental y físico es uno de los aspectos que más le han atraído de su experiencia bahiana, así como el uso del color como símbolo mágico, como lenguaje pre-verbal y expresión de lo sagrado.

Con la denominación genérica de “Cartografías Estéticas” este encuentro en El Escorial, que ha sido patrocinado por el Ministerio de Cultura Español, la Fundación Cultural Hispano-Brasileña y la Embajada de Brasil en Madrid, ha servido para “tratar de cartografiar no sólo la dinámica de las artes plásticas brasileñas en su ámbito inicial del siglo XX hasta hoy, como intentar ver las sincronías y conversaciones que tiene la cultura estética brasileña con las pautas y problemáticas de nuestro tiempo”, tal como afirmó Adolfo Montejo Navas. O bien, como sugerí en el programa del curso, se ha querido mostrar un arte y una estética que apuesta por la libertad, ya que “los creadores brasileños no se han sujetado ni a los formatos, los modos ni los soportes de las distintas disciplinas artísticas, de tal modo que ni siquiera la denominación de artes visuales serviría para clasificar una producción que profundiza en todo tipo de sensaciones físicas y vitales, al tiempo que señala de forma lúcida los graves problemas humanos, sociales y políticos, donde la libertad pueda estar amenazada.”


extraído na integra de http://www.cronopios.com.br

Thursday, January 31, 2008

DIA 139 - 31 JAN

UYUNI (SALINAS)
LA PAZ
COPACABANA
LAGO TITICACA
ILHA DO SOL
COPACABANA -PUNO - CUSCO
URUBAMBA
OLLAMTENTAMBO
ÁGUAS CALIENTES
MACHUPITO
MONTE DO NORTE
KM 82 - OLLAMTENTAMBO - URUBAMBA - CUSCO
PORTO MALDONADO - JARDIM ECOLÓGICO KAPIEVI
IBERIA - INAPARI - ASSIS - BRASILEIA - RIO BRANCO - CASA DO ÍNDIO

DIA 138 - 30 JAN

"quando me siento, borracho estoy. tres, quatro, veo a la gente. no puedo comer solo. una huahua soy, pues. un nino."

"espinas grandes me ha empujado."

"mi cuerpo se ha deshecho, se ha descomponido, medio templación me ha agarrado, y yo asustado,y yo asustado, asi he estado. mi senora me ha dicho: anda, escápate. péro yo? qué habia hecho? a ninguna parte no he salido. andate, andate, me ha dicho. tiroteos habia de noche, qué será eso, qué será, pap-pap-pap-pap-pap. y yo mismo despertando y durmiendo así de a ratos, y ni asilismo me he escapado, mi senora me ha dicho: pues andate, pues andate, escapa. qué me van hacer, le digo, yo soy un albanil particular, qué me van hacer."

LAS VENAS ABERTAS DE AMERICA LATINA- EDUARDO GALEANO
o dia do cipó

DIA 137 - 29 JAN

A NOITE NACIONAL DA DOLOR E
O DIA INTERNACIONAL DO TRANSPORTE


WHAT´S LOVE GOT TO DO GOT TO DO WITH IT?

WHAT´S LOVE? NOTHING BUT A SECOND HAND EMOTION... WHO NEEDS A HEART, WHEN A HEART HAS JUST BEEN BROKEN? OH OH OH! TAKE A LOOK AT MY GIRLFRIEND, SHE´S THE ONLY ONE I´VE GOT. CALIFORNICATION. I WAKE UP IN THE MORNING SUN MY MOTHER ASKS WHEN ARE YOU GONNA LIVE YOUR LIFE RIGHT?
OH MOTHER DEAR WE´RE NOT THE FORTUNED ONES AND GIRLS THEY WANNA HAVE FUN! GIRLS THEY WANNA HAVE FUN! THE PHONE RINGS IN THE MIDLE OF THE NIGHT, MY FATHER SAYS: WHAT´RE YOU GONNA DO WITH YOUR LIFE... OH DADDY DEAR YOU KNOW YOUR STILL NUMBER ONE, AND GIRLS THEY WANNA HAVE FUN! I WANNA BE THE ONE TO WALK IN THE SUN. ACREDITO EN TI, PORQUE SEI QUE NUNCA ME MALOGRÁS!!! ACREDITO EM TI... UN OUTRO MÁS EN TU VIDA...

DIA 136 - 28 JAN

A NOITE DO MIJO
O DIA DO SILÊNCIO

DIA 135 - 27 JAN

no CENTRO ECOLÓGICO KAPIEVE - PORTO MALDONADO:
MOLDAR OBJECTOS AO CORPO
MOLDAR SAPATOS AOS PÉS

BEBER ÁGUA COMO UMA LIBELINHA AZUL



Monday, January 28, 2008

veículos em serviço de urgência





Saturday, January 26, 2008

ele ela





DIA 134 - 26 JAN

Friday, January 25, 2008


public displays of affection














DIA 133 - 25 JAN

SI SE PUEDE!
SI SE PUEDE!
SI SE PUEDE!


LA RUTA MAS LARGA DE DOWNHILL!

Thursday, January 24, 2008

DIA 132 - 24 JAN

O ADORNO

CONCHA, CONCHAR O PRESENTE, O CERIMONIAL EM MOVIMENTO. ESPIRAL ASCENDENTE QUE ENVOLVE EM COLAR - hombre y mochita - HERMOSOS ADORNOS Y ESQUISITAS JOYAS.
do centro emergem raios divergentes, cuja color rosada faz corar, ataviar, adornar, personificar.
em COPA CERIMONIAL, este silêncio no qual me sento e na penumbra respiro. NO ECO RESPIRO. É fresco.
deixar ir. deixar-se. esquecer-se.
ser estilizado e insinuar-se. ser trono ambulatório ou eventual. ser rasgos faciais há muitos anos atrás.

DIA 131 - 23 JAN

La religión Inca nunca ha muerto... continuamos a hacer oferendas a la tierra. la tierra te piede y le tienes de dar. de outra forma te quita tu salud, tu familia, tus culturas.
llamas
ovejas
hombres
ninhos
la plata nunca es mas fuerte que la sangra. se cambia matéria por muheres, animales.
esta religión es sobre la muerte. el culto de la muerte. el culto de la diosa tierra, la pachamama.
se te entregas un poco más, sabes que perderás tu primeiro hijo. su destino eres el Inca y la fertilidad divina.

DIA 130 - 22 JAN


VERSÃO TRANSE EM URUPAMPA!

Wednesday, January 23, 2008

santo antonio do itambé / minas gerais / região da serra do espinhaço/ pico do itambé






moNuMEnTo PúBliCo pARa JOveLiNa aDvINcúLa


Tuesday, January 22, 2008

DIA 129 - 21 JAN

ÁGUAS CALIENTESKM
ATÉ OLLAMTAYTAMBO
ATÉ CUSCO

ontologia coreogeográfica

para clarear a Idéia de casa: facilitar imersão no sistema criado particularmente-em-casa.
aceitar a provocação de quê a casa é o corpo e comparar racionalmente os resíduos da cozinha, os orgânicos, com a pele no ralo eo pêlo no ralo.
expandir a provocação anterior, expandir a escala da provocação anterior.

segue: casa apertada se transforma em casa montanhosa de tão ampla.
um vale para todas as soluções fisiológicas / soros.
um vale geologicamente trabalha-em-escorrer.


se é certo que a casa é o corpo (l. clark) / se é certo que a Terra é terra (mil platôs 1)
torna-se constatemente invariante o movimento que acontece na casa (a inicialmente dita como particular). moviementos recorrentes na escala do Ecúmeno, os 3 (três):

ENTUPIMENTOS
SOTERRAMENTOS
ALOPRAMENTOS


* Ps. a localização destes movimentos é dada por uma latitude e uma longitude. pensar que estes três movimentos sejam movimentos de uma Hecceidade. no sentido que se fazem gesto de um motor-Desejo sem sujeito algum.
home-made como Idéia que transporta para a Casa, o sistema complexo de fluxos geológicos e hidráulicos. home-made como trabalhar-uma-coreografia-para cada-um-destes-3-(três)-movimentos.





DIA 128 - 20 JAN


ser branco sobre verde sobre terra

ser mariposa e flores estranhas e folhas estranhas.

as silvas säo centopeias.

ser caminho e quilómetro e pedra posta e composta pela tempo.

nao confiar em lama.

nao confiar em folhas.

confiar pouco em pedras.

confiar em raízes enterradas no chao.

podia virar o chao ao contrario.


no serro mais alto, por cima das nuvens,

branco sobre verde sobre terra





DIA 127 - 19 JAN


escorregar, cair, resvalar, deslizar, mergulhar, abraçar o chao, ir de frente, ir de lado, bate cú, bate papo, confiar, actividade na gravidade, incorporar a queda, desestabilizar, reequilibrar, molhar os pés e a coxa esquerda, torcer, tropeçar, desconfiar de pedras.

Friday, January 18, 2008

estudos de economia geral

estou estudando economia geral para compreender o trabalho coreográfico em escalas que superem o 'antropo', vinculando-se ao espaço geográfico (terrestre ou extraterrestre).



leio "l'economie à la mesure de l'univers', de georges bataille.
o mesmo que escreveu: o mar continuamente se masturba.



os exercícios (vídeos-masturbações) de danilo dilettoso se referem a esse mesmo tema.

A PAISAGEM THE LANDSCAPE LA PAISAGE LA PAISAJE

A CASA THE HOME LA CASA LA CHAMBRE



DIA 126 - 18 JAN

CANTAR APAIXONADAMENTE!
DELÍRIO SEXTO
O MOFO: o hotel, uma barca virada ao contário, cujo o conteúdo abandonado cheira a mofo, contém, na sua periferia, dormitórios confortáveis.
mas esta näo pode ser contada assim!... é que tal como no edifício, algumas memórias nossas se escondem. Sara näo sabe falar! E eu näo sei portuguës!
Quanto mais bebiam, mais os hóspedes coravam, inchavam. BOCHECHAS. BOCHECHAR. Balöes cor de rosa.
Enquanto se bebia, transformava-se o tempo, e a alucinante construcäo näo era mais do que um mercado interior de amacas / chinchorros / redes penduradas ao longo do telhado oval que deixaria entrar luz e pingos grossos nos dias de tempestades tropicais. Estamos em Cusco!
Quanto mais bebiam, mais construiam, arrumavam, organizavam, inchavam que nem sapos e apagavam os seus cigarros na própria língua, como gesto cultural.
Sara atravessava os jardins de tomates entre os banhos e o quarto CRAZY BEACH.
Eu atravessava os jardins de tomates entre os banhos e o quarto WHAT THE FUNK.

REABERTURA 555

SUPA FUCKIN' WEEKEND
PORTAS ABERTAS #1
SEXTA/SÁBADO 18/19 JANEIRO 2008 5:55 PM

NO 555 - rua do ALMADA - Porto - Portugal

Thursday, January 17, 2008

DIA 125 - 17 JAN

DELÍRIO QUINTO

mafalda esconde-se do mundo. Ao planeta Terra costura um casulo feito de veludo cor azul pretóleo, esverdeado (menos acinzentado do que a cor do lago titicaca).
Assim a encontramos, alfredo e eu.
Com a tesoura da Avó Helena empeço a cortar o tecido. acabo por rasgá-lo e dilacerá-lo de forma limpa, deixando a descoberto o corpo nú que agora ali se encontra.
Alfredo tem um ar aflito, ao que chora, pronuncia-se, mas nada se ouve no vácuo. Só esta necessidade de acusar mafalda dos seus crimes e promessas por cumprir.

Chamava-se mafalda ou bárbara?

DIA 124 - 16 JAN

DELÍRIO QUARTO

sou um actor conhecido, cujo nome desconheço. Tenho cicatrizes na cara. Sou branco, arrogante e normalmente faço de polícia ou detective em filmes de acçäo.
Trabalho num desses supermercado desportivo de grande área, com a minha noiva.
Avanço pelo corredor de bolas de basquet, futebol, voleibol para matar um colega de trabalho. Näo recordo a razäo mas, sucumbo sempre às tentaçöes.
Näo há prazer pois, o tiro é silenciado.

Outro colega da loja aparece e para que näo me denuncie, deixo-o caído morto em cima do primeiro cadáver quente.

Impeça a investigaçäo na qual sou o suspeito principal, na qual nunca vou admitir coisa alguma!
A sensaçäo de culpa vai crescendo e estas contorçöes nos intestinos, a febre, o suor...
Por todos com quem me cruzo, vou questionando a identidade, se säo o meu advogado de defesa... - preciso de contar a verdade!
... e também, há que lidar com as câmaras....
... ele saberá o que fazer com as câmaras!

(toda a acçäo se repete, perspectivada através das câmaras de vigilância 3 e 2)

DIA 123 - 15 JAN

DELÍRIO TERCEIRO (sem som)

rua impressionista, definida por cores, näo por formas. Nada respira. Nada contém em si movimento.
A rua é inclinada (perspectiva frontal). 2 pessoas descem a rua, parecendo näo pisar o solo.
Um homem montado numa bicicleta, desliza pelo chäo molhado como se, levemente, flutuasse.
Ao passar por uma poça, trava.
Ao passar pela mulher, trava.
Nunca se viu a água da chuva no ar.


MAIMARA
isla del sol
e ao lado isla de la luna
yumani - el lugar com más água
challa - lugar de arena
challa pampa - lugar de arena blanca
inti - sol
(danças bolivianas )

Tincos
chacarera
salaque
caporales
tobes
diablada (no carnaval)

(música boliviana)
morenada
moçanhada
Bençäo MAIMARA
NÄO SER FROXO
NÄO MENTIR
NÄO ROUBAR

DIA 122 - 14 JAN

CORRER PELOS MONTES COM fLOR E FALAR SOBRE AMOR!



DELÍRO SEGUNDO

o tempo suspenso indica ao coraçäo para bater muito devagar. näo há oxigénio possível para existir e caminhar torna-se pesado. Na velocidade mínima o lago diz nada, näo se move, também as montanhas, o céu, os animais. O meu corpo, lento, näo raciocina, perde todas as oportunidades de amor e evasäo desta ilha. sensaçäo agridoce.

DIA 121 - 13 JAN

A mi me encantan las heridas, las mordeduras, los inchaços, las cicatrizes de guerra, los duelos, los duetos, los quartetos y orchestras de ópera llorona, el desarroyo, las provocationes y las manifestationes sociales en massa por la calle Sta. Cruz, aunque nadie seja escuchado a punto de contestation...
... y el siléncio de ahora,
ahora, no mañana.

DIA 120 - 12 JAN

(a la paz, a la paz)

Anabella Barbieri, falando sobre as lutas dos coqueeiros na Bolívia:
"A coca é generosa para a terra, ao contrário da saoja. Além do mais, necessita muito pouca área de plantaçäo.
Para além de ser utilizada medicinalmente como como chá, toma para as dores de pança, anti-apetite, pasta de dentes, existe o lado ritual que a coca acompanhou desde sempre, participando de um dos papéis principais em oferendas desde a época pré-incaica.

e ... claro, produçäo de dependência - 1 quilo de cocaína = 1000 quilos de folha de coca

Os Estados Unidos säo os primeiros a evocar a cecessäo de produçäo de coca, porém, nunca terminaräo com a demanda.

EntÄo deu-se assim:
Algumas vezes, o estado boliviano tentou terminar com a produçäo de coca.
PRIMEIRO, houve a fase de desistência voluntária, ou seja, os conqueeiros recebiam uma certa quantia de dinheiro para destruir a sua própria plantaçäo e começar a plantar... vá!... ananases!
Mas a coca continuava a ser muito mais rentável, para além de todo o contexto histórico e religioso no qual estava envolvida.
A SEGUNDA fase foi "à força". O exército chegava com as suas tropas e no momento queimava a plantaçäo. Destruía tudo.
Assim começa a revoluçäo dos coqueeiros.
Em Cochabamba, regiäo da Bolívia de clima tropical, onde chove o dia inteiro, surgem os maiores líderes coqueeiros, entre eles Evo Morales.

No Norte, a regiäo de 3Cruzes; no Sul, outras duas regiöes querem a autonomia em relaçäo ao resto do país.
Evo Morales propôe a mudança de Constituiçäo, ou reforma e que os frutos de produçäo do Norte e Sul sejam partilhados economicamente, por todo o país. Obviamente, nem todos estäo prontos para se deesprenderem da própria riqueza.
A empresa de gás, no sul, é nacional há coisa de 2anos.
Se os militares näo apoiarem o Presidente, haverá, de certo, uma guerra civil.
Se lhes tocam no päo, os bolivianos levantam-se, protestam, matam. Fazem justiça com as próprias mäos.
Em 1929, durante a crise, muitos fazendeiros foram mortos por serviçais coqueeiros.
Tal como na Argentina, após a crise de 2001, após a época de 1 a 1 (1 peso = 1 dólar), a regiäo de Buenos Aires está a encontrar de novo o equilíbrio e prosperidade. Aqui se encontra de tudo, mas no Norte as pessoas passam fome."





Em La paz, qualquer canto de rua é local de trabalho. Näo tendo loja, vende-se o sumo de laranja na rua, a pasta de dentes; engraxam-se os sapatos. (lembrando algumas cidades de PorTugal)
Muitos miúdos usam gorros negros, que só deixam escapar os olhos.
Porque chamam a La Paz, a linda, se no fundo näo passa de um manto de sofrimento?

Monday, January 14, 2008

13.01.2008

















O MAIOR CAJUEIRO DO MUNDO

12.01.2008




11.01.2008






10.01.2008







Tem dias que a gente caminha por um deserto vermelho.
Tem dias que a gente encontra poesia no silêncio.
Tem dias que a gente se comunica e dança.
Tem dias que a gente encontra a calma.
Tem dias que a gente chega no nordeste.
Tem dias que a gente sente a imensidão.

09.01.2008

Uma ação: comer com toda a cerimónia, solenidade e respeito do mundo.

08.01.2008

Viver no Jardim Botânico do Rio de Jameiro, algures entre a floresta amazónica e Ecco e Narciso, mas com amigos no Jardim Japonês. Visitar o Museu de Arte Contemporânea de Niterói e amar profundamente.
Viver num dia várias coincidências estranhas, tal como: numa cidade com 13 milhões de pessoas conseguir encontrar uma pessoa específica num autocarro especifíco (sem combinação prévia).

06.01.2008

Despedir-me de alguém e encontrar alguém. O espaço entre as redes, relações. Criar um novo mapa afetivo do meu mundo. Viajar pela América Latina toda pelas histórias e olhos de outra pessoa.

05.01.2008

Últimas 24h com alguém - I

03.01.2008

1. (um) CORRER 12 (doze) kilometros por dia.
2. (dois) CANSAR-SE MUITO E FECHAR OS OLHOS, DEITAR-SE NO CHÃO QUE É QUENTE E DESCANSAR TUDO DE UMA VEZ. DESISTIR E CONTINUAR A CONTINUAR.
3. (três) descobrir indícios de UMA ESTRELA DO MAR, relacionar-se com ela.
4. (quatro) caminhar descalça na PELA AREIA GROSSA (ooooo).
5. (cinco) encontrar cinco (5) mensagens DE TAXIS: POSSO NÃO TER TUDO AQUILO QUE AMO. MAS AMO TUDO AQUILO QUE TENHO.
6. (seis) encontrar a árvore MAIS SÁBIA e abraçar-se a ela.
7. (sete) abominar MENTIRAS.
8. (oito) ser DESPEDIDAS.
9. (nove) escrever durante nove (9) minutos CORRENDO AO LADO DE UM CARRO.
10. (dez) ouvir FUNK.

02.01.2008

1. (um) DESCER 12 (doze) kilometros por dia.
2. (dois) RECOMEÇAR VÁRIAS COISAS A CADA DIA E NÃO DESISTIR DE NADA.
3. (três) descobrir indícios de UM MACACO UIVADOR, relacionar-se com ele.
4. (quatro) caminhar descalça numa MONTANHA TÉ AOS 983 (NOVECENTOS E OITENTA E TRÊS) METROS.
5. (cinco) encontrar cinco (5) mensagens DE CAMISETAS: YOU HERE.
6. (seis) encontrar a árvore MORTA e abraçar-se a ela.
7. (sete) abominar MÚSICA NO CAFÉ DA MANHÃ.
8. (oito) ser CONVERSA FIADA.
9. (nove) escrever durante nove (9) minutos FOCADA EM MIM E EM TUDO.
10. (dez) ouvir MÚSICAS IMAGINADAS.

01.01.2008

1. (um) SUBIR 12 (doze) kilometros por dia.
2. (dois) OLHAR PARA OS ESPAÇOS ENTRE.
3. (três) descobrir indícios de UM BESOURO, relacionar-se com ele.
4. (quatro) caminhar descalça ATÉ UMA QUEDA DE ÁGUA.
5. (cinco) encontrar cinco (5) mensagens DE LIVROS: MANUAL DE PADRONIZAÇÃO DE TEXTOS.
6. (seis) encontrar a árvore TOMBADA e abraçar-se a ela.
7. (sete) abominar BOLHAS.
8. (oito) ser MONTANHA.
9. (nove) escrever durante nove (9) minutos DANÇANDO.
10. (dez) ouvir MÚSICAS IMAGINADAS ATRÁS DO MOTOR DE UM BARCO.

31.12.2007

1. (um) ANDAR 12 (doze) kilometros por dia.
2. (dois) DAR ENERGIA CONTINUAMENTE (IMPROVISAÇÃO CONTÍNUA).
3. (três) descobrir indícios de UM LAGARTÃO (UM 1 METRO PELO MENOS), relacionar-se com ele.
4. (quatro) caminhar descalça POR PEDRAS MUITO PEQUENINAS.
5. (cinco) encontrar cinco (5) mensagens DE CAMISETAS: LOVE NOT DEAD.
6. (seis) encontrar a árvore EM FRUTO e abraçar-se a ela.
7. (sete) abominar REVEILLONS.
8. (oito) ser SULAMERICANA.
9. (nove) escrever durante nove (9) minutos FUGINDO DO CHAMPAGNE EM VOO.
10. (dez) ouvir MÚSICA MÁ.

30.12.2007

1. (um) CAMINHAR 12 (doze) kilometros por dia.
2. (dois) BUSCAR SIMPLICIDADE NA COMUNICAÇÃO.
3. (três) descobrir indícios de UMA BORBOLETA GRANDE AMARELA, relacionar-se com ela.
4. (quatro) caminhar descalça no LUGAR ENTRE O RIO E O MAR.
5. (cinco) encontrar cinco (5) mensagens DE CAMINHÕES: JESUS É MAIS.
6. (seis) encontrar a árvore MAIS ESCONDIDA e abraçar-se a ela.
7. (sete) abominar COISAS CASTANHAS.
8. (oito) ser DESEQUILÍBRIO INTERNO.
9. (nove) escrever durante nove (9) minutos CORRENDO.
10. (dez) ouvir O SOM DO CHÃO DEBAIXO DOS PÉS ENQUANTO CAMINHO.

29.12.2007

1. (um) NADAR 12 (doze) kilometros por dia.
2. (dois) PROCURAR RUMOS SEM RUÍDO.
3. (três) descobrir indícios de UM INSECTO VERDE, relacionar-se com ele.
4. (quatro) caminhar descalça nas ROCHAS.
5. (cinco) encontrar cinco (5) mensagens DE CARROS: BÊBE DA MÃE.
6. (seis) encontrar O CAJUEIRO e abraçar-se a ele.
7. (sete) NÃO abominar.
8. (oito) ser MOAMBA.
9. (nove) escrever durante nove (9) minutos CAMINHANDO EM DIRECÇÃO AO CRUZEIRO DO SUL.
10. (dez) ouvir BANDOLEON.

28.12.2007

1. (um) ANDAR DE BARCO 12 (doze) kilometros por dia.
2. (dois) PERCEBER OS ESPAÇOS ENTRE E DESCOBRIR HOMEOSTASIAS.
3. (três) descobrir indícios de UM URUBU, relacionar-se com ele.
4. (quatro) caminhar descalça na MATA ATLÂNTICA.
5. (cinco) encontrar cinco (5) mensagens DE CAMISETAS: DO YOU REALLY LOVE ME? I LOVE YOU.
6. (seis) encontrar a árvore MAIS RETORCIDA e abraçar-se a ela.
7. (sete) abominar.
8. (oito) ser PICADA NO LÁBIO INFERIOR.
9. (nove) escrever durante nove (9) minutos DENTRO DE ÁGUA.
10. (dez) ouvir O SUAVE RONRONAR DE UM AR CONDICIONADO.

27.12.2007

1. (um) SER ENROLADA 12 (doze) kilometros por dia.
2. (dois) DENTRO DE ÁGUA, RECUPERAR O EQUILÍBRIO.
3. (três) descobrir indícios de UMA TARTARUGA MARINHA, relacionar-se com ela.
4. (quatro) caminhar descalça na AREIA.
5. (cinco) encontrar cinco (5) mensagens DE VANS: AO SERVIÇO DO REI JESUS.
6. (seis) encontrar a árvore MAIS FEIA e abraçar-se a ela.
7. (sete) abominar TELEVISÕES.
8. (oito) ser ANFÍBIO.
9. (nove) só escrever durante nove (9) minutos.
10. (dez) ouvir REAGGE ATÉ QUERE MATAR O BOB MARLEY.

26.12.2007 Dez (10) pontos para nove (9) dias

1. (um) CAMINHAR 12 (doze) kilometros por dia.
2. (dois) NO SILÊNCIO, RECUPERAR O EQUILÍBRIO.
3. (três) descobrir indícios de UM MORCEGO, relacionar-se com ele.
4. (quatro) caminhar descalça na ESTRADA.
5. (cinco) encontrar cinco (5) mensagens DE CAMISETAS: I PARTY IN MIAMI WHERE THE LINES ARE LONG.
6. (seis) encontrar a árvore MAIS LINDA e abraçar-se a ela.
7. (sete) abominar TELEMÓVEIS.
8. (oito) ser PICADA NO OLHO.
9. (nove) escrever durante nove (9) minutos CAMINHANDO EM DIRECÇÃO AO SOL.
10. (dez) ouvir A MÚSICA DO MOTOR DE UM BARCO.

Sunday, January 13, 2008

variação genealógica

1º variação
devendra banhart



















2º variação
lost in translation

3º variação
secos e molhados

Saturday, January 12, 2008


Friday, January 11, 2008

DIA 119 - 11 JAN

DELÍRIO PRIMEIRO
THIAGO RESPIRA LENTAMENTE.
BEBENDO CHÁ DE ANIZ, PERCORRE A SALA BRANCA. BRANCO SEM SOMBRA, SEM MURMÚRIO.
NO ANDAR DE BAIXO, THIAGO ENCONTRA THIAGO.
OH!!!!! I WANNA DANCE WITH SOMEBODY!
I WANNA FEEL THE HEAT WITH SOMEBODY!
YEAH! I WANNA DANCE WITH SOMEBODY!
WITH SOMEBODY TO LOVE!

O CORPO FALA E TREME NA CONSTÂNCIA DA SUA ORGANICIDADE. ORGAOS QUE DEFINHAM LENTAMENTE E SEM ORGÄOS o rapaz belo SUFOCA NA POSSIBILIDADE DE IMENSIDAO.

ENQUANTO RESPIRA E JÁ NAO RESPIRA O PÚBLICO É SERVIDO DE CHÁ GELADO.
imagino uma peça. catarina está esticada em uma rede verde. balançando bem pouco. dentro da rede ela está vestida com o vestido vermelho que usava no rio de janeiro. o vestido nunca aparece. apenas o contorno de sua perna esquerda. pendurada.

o publico entra pela porta. acompanhando o publico eu peço que estiquem-se no chão. coberto com esteiras do mercado de são josé, de salvador.
todos deitam-se. digo a catrina(quando acabar de dizer, catarina levanta-se da rede e leva todos pra fora, onde um caminhão de gás esta estacionado, todos montam e saem para fora da cidade):

catarina, por gentileza,...............................................................................................................................................................................................................................................................................................
continue a não trancar a porta.................as portas............................o portão..........................


macaco

ao ler o ensaio 'unica energia' do critico guy brett sobre o trabalho da artista ana mendieta aponto a escrita de "a obliteração da identidade de um indivíduo".
extraio a chave "a obliteração da identidade de um indivíduo" de seu contexto original. faço esquecer de onde veio esta chave enquanto tomo chá de coca.
espero um pouco mais.
a obliteração da identidade de um indivíduo já escrevo sem aspas.
"houve coincidências misteriosas nos dias decorridos e assumo ser insuficiente minhas relações com o entorno geográfico, meu espaço habitado."
digo essa confissão em público e não mais me reporto ao endereço primário de algo como obliterações identitárias do indivíduo (sem aspas e sem negrito ja é possivel). "suporto a luz ofuscada" e voce vai se esquecendo do começo.
"e quando organizei voltei. medito um poço. faz crer." vai esquecer-se.
motivos: desafiei a mim a possibilidade de esquecer por alguns segundos de silluetas de ana mendieta, relevos ensaguentados, esculturas rupestres, buracos, soterramentos: donde se encontra a ação de obliterar em habitar grandes espaços não-arquitetados. "ha sempre um homem para uma mulher". o trabalho artistico expande a compreensão sobre a morte, mergulha em campos ampliados para alem das funções organicas do corpo. olhe thiago morrendo enquanto respira yoga. lindo thiago morrendo enquanto leva as pessoas por uma rua sem saída.
o proximo trabalho sera o de dialogar em torno de questões sem-teto. homeless a partir de economia geral, artscapes, lugar específico e sedimentação da linguagem.
esquema:
pensar na coreografia como apagamento. uma pauta de teletransporte.
pensar na coreografia como vestígio do ontem. impossibilidade de tua ansia.
movimentar-se para devir-planta meditando barros.
criar o contorno mais largo. imaginar o lago de xica da silva.
habitar a obliteração.

Thursday, January 10, 2008

DIA 118 - 10 JAN


"la lluvia que irriga a los centros del poder imperialista ahoga los vastos suburbios del sistema. Del mismo modo y simetricamente, el bienestar de nuestras classes dominantes _ dominantes hacia dentro, dominadas desde fuera _ es la maldicion de nuestras multitudes condenadas a una vida de bestias de carga.

Ciento veinte millones de ninos se agitan en el centro de esta tormenta. La poblacion de America Latina crece como ninguna otra. En medio siglo se triplico con creces. (…) una bomba de tiempo.
El sistema no ha previsto esta pequena molestia. Lo que sobra es gente. Y la gente se reproduce. Se hace el amor con entusiasmo y sin precauciones.
Cada vez queda mas gente a la vera del camino, sin trabajo en el campo, donde el latifundio reina com sus gigantescos eriales, y sin trabajo en la ciudad, donde reinam las maquinas. El sistema vomita hombres.
Las misiones norteamericanas esterilizan masivamente mujeres y siembran pildoras, diafragmas, espirales, preservaticos y almanaques marcados, pero cosechan ninos. Porfiadamente, los ninos latino americanos continuan naciendo, reivindicando su derecho natural a obtener un sitio bajo el sol en estas tierras esplendidas que podrian brindar a todos lo que casi todos niegan.

{combata la pobreza, mate a un mendigo}, garabateo un maestro del humor negro sobre un muro de la ciudad de la Paz.

Los dispositivos intrauterinos compiten con las bombas y la metrella, en el sudeste asiatico, en el esfuerzo por detener el crecimiento de la poblacion de vietnam. En America Latina resulta mas higienico y eficaz matar a los guerrilleros en los uteros que en las sierras o en las calles."

in Las venas abiertas de America Latina - Eduardo Galeano

DIA 117 - 9 JAN


andas para o infinito
podes andar horas e horas em prata.
porque esta é a época da chuva as salinas transformam se num espelho imenso. imenso. pode-se imaginar a beleza.
as montanhas castanhas e negras, avermelhadas estao apoiadas em prata, ou em nada, ou em branco.
as núvens brancas, consistentes, reflectem o azul do céu, o rosado da luz e o cinza do chao(?).

Uma linha de horizonte duplicada desde os mais pequenos pormenores ao hotel feito de sal, aos jipes, aos turistas que tomam posiçoes de conquistadores para aparecerem nas fotografias.
Uma imensa maré baixa algarviana. um quadro impressionista x 2. um teste de rochard a 360º. O corpo nao ignora esta realidade. o movimento é circular. 360º (ao cubo). Como se diz isto? ou seja, qual o termo matemático para o espaço infinito (+ e -) em todas as direcçoes?

o corpo faz parte do + infinito, - infinito (ao cubo). os pés descalços na pequena película de água morna da chuva passada. o sol queima. queima mesmo, por cima e reflectido por baixo.

nao ha referencia espacial nesta dança. só a continuaçao de infinito em volta e a grande leveza do silêncio. para quebrar esta dinâmica, talvez a abstracçao musical mas, na realidade, este espaço encontra o tempo e a luz e o som numa total suspensao que, acrescentar qualquer elemento será adicionar uma intençao externa. também pode ser! partir de todo este equilíbrio para um precipício qualquer...

para que o corpo sobreviva nesta suspensao, tal e qual, nao poderá ser mais do que as montanhas, as núvens, os jipes, o azul... por tempo indefinido.
no inverno é branco. partículas hexagonais que dividem o espaço.
pergunto me sobre esta forma e respondem me que, obviamente, sao cristais.

porque se constroiem nas mesmas forma as colmeias?
como constroiem as abelhas a estrutura? um desenho de base que vai surgindo tridimensionalmente ou, a partir de um caos que faz sentido?

Deserto de Sal em Uyuni, Bolivia






PLEASE, CARRY ME TO THE DOOR! / Variaçöes de Claridade
Estudo Performativo
9 de Janeiro/entre as 12h e as 15h/Salar de Uyuni / Bolívia
catarina


DIA 116 - 8 JAN

ACCAO: DESPREENDER-SE DE BENS MATERIAIS


ROUBADA PELA TERCEIRA VEZ

Monday, January 7, 2008

variação geológica

3º e última variação
the mountain, pj harvey, 2007


variação geológica

2º variação
alinhamento da coluna vertebral de maria alcina, 1972

variação geológica

1º variação
yakoi kusama
self obliteracion, 1967.

incorporar um tempo (neolithic man neolithic woman)

I’m in the silence that’s suddenly heard
After the passing of a car

I’m in the silence that’s suddenly heard
After the passing of a car


I’m in the silence that’s suddenly heard
After the passing of a car

Spaces grow wide about me Spaces grow wide about me
If you look from your window at the morning star

You won’t see me
You’ll only see that you can’t see very far



God spoke to me


From inside the newstone one day
You’re my son And my eyes swept the horizon

Away



: ouvir neolithic man, musica de caetano veloso que se encontra no album Transa.

Sunday, January 6, 2008

DIA 115 - 7 JAN

CURITIBA
FOZ DO IGUÇÚ
BUENOS AIRES
CÓRDOBA
SALTA
JUJUI
HUMAUACA
IRUYA
ABRA PAMPA
SALTA
HOSPITAL LOS NIÑOS
HOSPITAL SEÑOR DEL MILAGRO (sarmiento 557. Entre Entre Rios y Rivadavia)
ZOONOSIS
EPIDEMILOGIA (por favor indicar el consultorio de epidemilogia a la pte que es portuguesa/c23)
DIRECTÓRIO
DR: "Nuestro Pays ha cambiado tantas veces en los últimos años que hai grandes edifícios y instituiciones, péro vacias, sin nadie."
FER: "En nuestro pays no se importan con tres pepinos!"
INSTITUTO PROVENÇAL DE HIGIENE PÚBLICA
DRA: "precauciones: pantalones largos, camisa larga. repelente. ningún perfume porque atralen los mosquitos. dormir con una mosquitera. comprate una. para onde vás hai muchos mosquitos!"
VACUNA DE PREVENCIÓN PARA LA MALÁRIA
.
QUIACA
.
potosi?
.
YUYUNI
.
.
LA PAZ
.
.
pORTO VELHO?
IQUITOS?
.
.
.
RIO AMAZONAS
.
.
.
.
.

DIA 114 - 6 JAN

"Tauro: la humedade triunfa sobre la sequedad, la tierra sobre el fuego. El eje de su cuerpo pasa por el estómago. La nota musical que corresponde a su eternidad es Mi. El dedo con el que señala su destino es el índice." Hacia el río, hacia el este, repitió.
in SANTA EVITA/ Tomás Eloy Martínez

DIA 113 - 5 JAN

PERDER A NOÇÄO DO TEMPO

DIA 112 - 4 JAN



Asunta. POUSADA ASUNTA. Ricardo. Rodrigo. Emília. FESTA DO CHOCOLATE E SAGRAÇAO DA Virgem. António. José Ignácio. COQUEAR. MATTÉ. GUITARREAR. COZINHAR. MASTIGAR FOLHAS... NÄO MASTIGAR! CHUPAR! AGARRAR-SE AO POUCO OXIGÉNIO DE 2800M. amanhä seräo 4000! SER MONTANHA. SER PEDRA QUE ROLA. ESTAR. RESPIRAR. SER RAÍZ.

DIA 111 - 3 JAN

IRUYA

DIA 110 - 2 JAN



CAMINHAR PELO RIO COMO SE FOSSE UMA ESTRADA

DIA 109 - 1 JAN

NA ARGENTINA LEIO SOBRE EVA DUARTE E O PERONISMO.
SALTA/JUJUI
CIDADE SOBRE O TRÓPICO DE CAPRICÓRNIO. TEMPO NERVOSO.
PELA TARDE O SOL QUEIMA, AS NÚVENS ESCURECEM. PELAS 8 DA NOITE, A CHUVA COMEÇA INTENSAMENTE A ALAGAR A CIDADE.
PAPAS FRITAS NUM RESTAURANTE TRISTE COM PESSOAS MUITO SORRIDENTES. LEIO.
23.30, SAIO À RUA. CHOVE TORRENCIALMENTE.
FALO INTENSAMENTE E ASSIM TAMBÉM SE CANTA.
VAGUEAR À CHUVA SEM MOLHAR OS PÉS.
PEITO ABERTO.
1a mudança de dinâmica: CHOVE CHOVE CHOVE CHOVE E ASSIM ME TELEFONAM AMIGOS, GRANDES, A CHOVER.
2a mudança de dinâmica:
O MUNDO SECOU DE REPENTE
3a mudança de dinâmica: MEIA NOITE E TODOS OS FOGOS DE ARTIFÍCIO COMPRADOS, NAS FEIRAS, DURANTE A TARDE ESTÄO PRONTOS A EXPLODIR. JUJUI TORNA-SE UM CAMPO DE BATALHA. TERRA DE NINGUÉM. TODAS AS CASAS TROVOAM E ILUMINAM O CÉU.
LÁ AO FUNDO, DA LINHA DE COMBOIO ABANDONADA, ESTENDE-SE UM MAR DE FAVELAS, ONDE AS FAMÍLIAS FESTEJAM COM REFRIGERANTES E CHOURIÇO ASSADO. CASAS DE UMA DIVISÄO. duas
CONHECER SÓNIA (A MÄE) E TODA A SUA FAMÍLIA DE NETOS, FILHOS, GENROS E NORAS.
(agora o sol aquece-me as costas e a música desce a montanha)
4a mudança de dinâmica: PRIMEIRA NOITE DE QUÊ? CALOR, CERVEJA, CUBA-LIVRE, A PORTA DE MINHA CASA É UMA FESTA E ASSIM SE ARRASTARÁ POR MUITOS DIAS.
É MANHÄ: LEITE COM CAFÉ
SUMO DE PÉRON
QUANDO VOU PARA O SEGUNDO CAFÉ COM LEITE, OSTENTENTO UM TELEMÓVEL NA MÄO ESQUERDA.
5a mudança de dinâmica: FUGAZ. FUGACIDADE. MÄO MORENA QUE AGARRA E CORRE CORTANDO A ESQUINA.
1ª reacçäo: "ERES BROMA!"
2ª reacçäo: CORRER ATRÁS DE...
3ª reacçäo: PROTEGER O QUE RESTOU
6a mudança de dinâmica: UM HOMEM,
filipe
CORREU ATRÁS DO RAPAZ.
QUASE O APANHOU NÄO FOSSE UM CÄO QUE O ATIROU AO CHÄO COM TANTA MORDIDELA.
filipe
TEM ORGULHO NO SEU PAÍS, TRABALHA PARA UMA EMPRESA DE TRANSPORTES, DA QUAL MUITO GOSTA. pEGA EM MIM E NO SEU MOTOCICLO. AQUI SE DÁ UMA NOVA DINÂMICA DE ACÇÄ:
PELA CIDADE TODA PROCURAMOS O MOÇO.
filipe: "hijo de puta!"
"cabrön!"
"como puede!"
"y vosotra... sóla!"
NÓS E A POLÍCIA, TODOS DE MOTO, UMA CIDADE QUE RODOPIA NA POBREZA.
NO POSTO DA POLICIA
filipe: "te juro!... no salirás de acá sin un celular!"
"yo te voy a comprar un!"
tanta bondade ? pensei
filme de Holliwood versäo andina? pensei
8a mudança de dinâmica: MUITOS CONSELHOS DE SEGURANÇA E AGRADECIMENTOS.
3 HORAS de ESPERA NA ESTAÇÄO DE ÓNIBUS.
outra mudança de dinâmica: JUJUY / HUMAUACA
mais uma mudança de dinâmica: chegada: FESTA. UM POVO BÊBADO DE VINHO TINTO. VINHO TINTO BEBIDO EM FUNDOS DE GARRAFA DE PLÁSTICO, FUNDOS DE PACOTE DE PAPELÄO. UMA FESTA NUMA MINI CIDADE QUE RECORDAVA UM FESTIVAL DE MÚSICA, ANDANÇAS, SUDOESTE... ESCADAS GIGANTES E NO TOPO UMA CONSTRUÇÄO ESCULTÓRICA KITCH (assim diz o guia), ALUSÄO À LIBERDADE INDÍGENA.
A PROCISSÄO EXPLODE!
EM PROCISSÄO VAMOS TODOS SALTANDO, DANÇANDO, VOLTANDO ATRÁS E CORRENDO, GEMENDO, UIVANDO, RINDO. CONHECER O CHÄO DA CIDADE. CONHECER AS PEDRAS MULTICULORES DAS MONTANHAS. A QUEBRADA DE HUMAUACA, GIGANTE. OS ANDES QUE TRAZEM UM SILÊNCIO E UMA PAZ AZUL, ROSA E OS ECOS DOS FUGUETINHOS.
SORRISOS.
SORRISOS QUE SE VÄO ARRASTAR DURANTE MUITO TEMPO.
última mudança de dinâmica: JANTAR COM UM GRUPO DE BRASILEIROS.
APAIXONAR-SE POR NOVAS PESSOAS.
IR PARA A RUA E CONTINUAR A FESTA COM MÚSICA POPULAR E MÚSICA DE CARRINHOS DE CHOQUE!
VAMOS AO PICO DO ITAMBÉ?





diálogo com joana








Sunday, December 30, 2007

DIA 108 - 31 DEZEMBRO

¿VAMOS AL PÁN DE AZÚCAR?
ANTÓNIO SEGUI

DIA 107 - 30 DEZ


IN SANTA EVITA / TOMÁS ELOY MARTINEZ

LAS ALMAS TIENEN SU PRÓPRIA FUERZA DE GRAVEDAD: LES DISGUSTAN LAS VELOCIDADES, EL AIRE LIBRE, EL ANSIA. CUANDO ALGUIEN ROMPE LOS CRISTALES DE SU LENTITUD, SE DESORIENTAN Y DESARROLAN UNA VOLUNTAD DE MALEFÍCIO QUE NO PUEDEN CONTROLAR. LAS ALMAS TIENEN HÁBITOS, APEGOS, ANTIPATÍAS, MOMENTOS DE HAMBRE, MOMENTOS DE HARTURA, DESEO DE IRSE A DORMIR, DE ESTAR SOLAS. NO QUIEREN QUE SE LAS SAQUE DE SU RUTINA PORQUE EL ETERNIDADE ES ESO: RUTINAS, FRASES QUE SE ENCADENAN INTERMINAVELMENTE, ANCLAS QUE LAS AMARRAN A COSAS CONOCIDAS. PERO, ASI COMO DETESTAN SER DESPLAZADAS DE UN LUGAR AL OUTRO, LAS ALMAS TAMBIEN ASPIRAN A QUE ALGUIEN LAS ESCRIBA. QUIEREN SER NARRADAS, TATUADAS EN LAS ROCAS DE LA ETERNIDADE. UNA ALMA QUE NO HA SIDO ESCRITA ES COMO SE JAMÁS HUBIERA EXESTIDO. CONTRA LA FUGACIDADE, LA LETRA. CONTRA LA MUERTE, EL RELATO.

DIA 106 - 29 DEZ

¿PORQUE NAO POSSO ADICIONAR SONS?


¿WHY CAN'T I ADD SOUNDS?


¿PORQUÉ NO PUDEO ADICIONAR SONIDOS?


!MISSING SINCE TODAY



MUJER A PUNTO DE LLORAR - CARLOS ALONSO

Saturday, December 29, 2007

PRA ONDE VÃO AS COISAS QUE ESQUECEMOS?

DIA 105 - 28 DEZ

CONHECER O TRABALHO DE


ENTRE BUENOS AIRES, CÓRDOBA E SALTA

DIA 104 - 27 DEZ

COMO TRADUZIR ESTA BUENOS AIRES?

COMO TRADUZIR ESTA ARGENTINA?



Friday, December 28, 2007

25.12.2007

A conclusão é inevitável, vou ter de voltar a Curitiba.

Tirar fotos de:
- Vilma
- Martim
- Edson
- Clayton
- Juliana (muitas e muitas)
- JuAdur
- Peter (sério)
- Zeca
- Pedro
- Luciana
- Ramalho
- Fernando
- Viviane
- Ronie
- muitasmuitasmais


Tentar compreender a essência do mundo pelo enjôo.

Pensar em maneiras de devolver o estômago à Juliana, que já está aninhado no meu.

Dormir muito pouco várias horas de seguida.

Tornar-me um com a máquina fotográfica.



24.12.2007

Conhecer o Papai Noël.
Fazer cadernos consecutivamente.
Pensar sobre rituais. Católicos ou não.
Insistir em assistir aos espetáculo da Verve e ver o Peter dançar.
Dormir muito pouco uma semana consecutiva. Experimentar a exaustão sem o cansaço.

23.12.2007